Aprender como fazer prescrição de antibióticos é fundamental, pois o uso inadequado desses medicamentos pode provocar dependência, intoxicação, uma série de reações adversas e até mesmo riscos graves para a saúde do paciente.
Neste artigo, explicaremos como fazer a prescrição correta do medicamento, qual é a validade da receita de antibiótico, quais são as regras em relação a venda de antibióticos, entre outros detalhes importantes.
Além disso, você terá acesso a uma solução que ajuda a fazer a prescrição de medicamentos de um jeito rápido, prático e eficiente. Então, continue com a leitura e tire todas as suas dúvidas.
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Quais são os antibióticos registrados na Anvisa?
Antes de apresentar quais são as orientações da Anvisa em relação à prescrição de antibióticos, é importante conhecer quais são os medicamentos registrados pela agência reguladora. Veja abaixo.
1 – ácido clavulânico;
2 – ácido fusídico;
3 – ácido nalidíxico;
4 – ácido oxolínico;
5 – ácido pipemídico;
6 – amicacina;
7 – amoxicilina;
8 – ampicilina;
9 – axetilcefuroxima;
10 – azitromicina;
11 – aztreonam;
12 – bacitracina;
13 – besifloxacino;
14 – brodimoprima;
15 – capreomicin;
16 – carbenicilina;
17 – cefaclor;
18 – cefadroxil;
19 – cefalexina;
20 – cefalotina;
21 – cefazolina;
22 – cefepima;
23 – cefodizima;
24 – cefoperazona;
25 – cefotaxima;
26 – cefoxitina;
27 – cefpodoxima;
28 – cefefpiroma;
29 – cefprozil;
30 – ceftadizima;
31 – ceftarolina fosamila;
32 – ceftobiprol
33 – ceftriaxona;
34 – cefuroxima;
35 – ciprofloxacina;
36 – claritromicina;
37 – clindamicina;
38 – clofazimina;
39 – clorfenesina;
40 – cloranfenicol;
41 – cloxacilina;
42 – dactinomicina;
43 – daptomicina;
44 – dapsona;
45 – dicloxacilina;
46 – difenilsulfona;
47 – diidroestreptomicina;
48 – diritromicina;
49 – doripenem;
50 – doxiciclina;
51 – eritromicina;
52 – ertapenem;
53 – espectinomicina;
54 – espiramicina;
55 – estreptomicina;
56 – etambutol;
57 – etionamida;
58 – fosfomicina;
59 – ftalilsulfatiazol;
60 – gatifloxacina;
61 – gemifloxacino;
62 – gentamicina;
63 – gramicidina;
64 – imipenem;
65 – isoniazida;
66 – levofloxacina;
67 – linezolida;
68 – limeciclina;
69 – lincomicina;
70 – lomefloxacina;
71 – loracarbef;
72 – mandelamina;
73 – meropenem;
74 – metampicilina;
75 – metronidazol;
76 – minociclina;
77 – miocamicina;
78 – mitomicina;
79 – moxifloxacino;
80 – mupirocina;
81 – neomicina;
82 – netilmicina;
83 – nitrofural;
84 – nitrofurantoína;
85 – nitroxolina;
86 – norfloxacina;
87 – ofloxacina;
88 – oxacilina;
89 – oxitetraciclina;
90 – pefloxacina;
91 – penicilina G;
92 – penicilina V;
93 – piperacilina;
94 – pirazinamida;
95 – polimixina B;
96 – pristinamicina;
97 – protionamida;
98 – retapamulina;
99 – rifabutina;
100 – rifamicina;
101 – rifampicina;
102 – rifapentina;
103 – rosoxacina;
104 – roxitromicina;
105 – sulbactam;
106 – sulfacetamida;
107 – sulfadiazina;
108 – sulfadoxina;
109 – sulfaguanidina;
110 – sulfamerazina;
111 – sulfanilamida;
112 – sulfametizol;
113 – sulfametoxazol;
114 – sulfametoxipiridazina;
115 – sulfametoxipirimidina;
116 – sulfatiazol;
117 – sultamicilina;
118 – tazobactam;
119 – tedizolida;
120 – teicoplanina;
121 – telitromicina;
122 – tetraciclina;
123 – tianfenicol;
124 – ticarcilina;
125 – tigeciclina;
126 – tirotricina;
127 – tobramicina;
128 – trimetoprima;
129 – trovafloxacina; e
130 – vancomicina.
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Como fazer a prescrição de antibióticos?
A prescrição de antibióticos deve ser feita somente por profissionais legalmente habilitados, como médicos, dentistas, médicos veterinários e em alguns casos, enfermeiros.
O processo deve ser aplicado em receituário privativo do prescritor ou do estabelecimento de saúde.
É importante destacar que a prescrição da receita deve ser feita de forma legível, em duas vias. As rasuras não são aceitas no documento. Além disso, é essencial conter os seguintes dados abaixo.
- Identificação do paciente: nome completo; idade e sexo;
- Nome do medicamento ou da substância prescrita de acordo com a nomenclatura usada na lista de Denominação Comum Brasileira (DCB), dose ou concentração, forma farmacêutica, posologia e quantidade (em algarismos arábicos);
- Identificação do emitente: nome do profissional, com sua inscrição no Conselho Regional e nome da Instituição, endereço completo, telefone, assinatura e marcação gráfica (carimbo);
- Data da emissão.
A receita de antibióticos tem validade em todo o território nacional, por dez dias, a partir do dia da emissão do documento. De acordo com a resolução RDC Nº 471/2021, ela pode ter a prescrição de outras categorias de medicamentos, desde que não estejam sujeitas a controle especial. Não há limite da quantidade de itens com medicamento antimicrobiano prescrito na receita.
A resolução afirma ainda que “em situações de tratamento prolongado a receita poderá ser utilizada para aquisições posteriores dentro de um período de 90 dias a contar da data de sua emissão”.
Vale destacar mais duas questões que estão presentes no parágrafo 1º e 2º da resolução.
- “Na situação descrito no caput deste artigo, a receita deverá conter a indicação de uso contínuo com a quantidade a ser utilizada para cada 30 (trinta) dias;
- No caso de tratamentos relativos aos programas do Ministério da Saúde que exijam períodos diferentes do mencionado no caput deste artigo, a receita/prescrição e a dispersão deverão atender às diretrizes do programa.
Dispensação e retenção de receita
A resolução também aborda informações sobre a dispensação e retenção de receita, conforme destacamos na íntegra abaixo.
- O farmacêutico não poderá aceitar receitas com data superior a 10 dias depois da emissão, ou a 90 dias (desde que haja indicação clara de que o uso é prolongado;
- As receitas somente poderão ser dispensadas pelo farmacêutico quando apresentadas de forma legível e sem rasuras;
- No ato da dispensação deve ser registrados nas duas vias da receita os seguintes dados: data da dispensação; quantidade aviada do antibiótico; o número do lote do medicamento dispensado e a rubrica do farmacêutico, atestando o atendimento no verso da receita;
- A dispensação de medicamentos deve atender essencialmente ao tratamento prescrito, inclusive mediante apresentação comercial fracionável;
Aplicativo de prescrição médica: como essa ferramenta pode ajudar no seu dia a dia?
A receita digital é um documento eletrônico que permite fazer a prescrição de medicamentos e outros produtos que ajudam no tratamento de um paciente. Essa é uma das soluções oferecidas pela telemedicina, que tornou acessível o atendimento médico à distância.
Com um aplicativo de prescrição médica, o profissional da saúde tem capacidade de receitar vários tipos de medicamentos para os seus pacientes de forma online. O médico não precisa utilizar o receituário em papel e o paciente não precisa ir até o consultório para conseguir a receita, garantindo mais praticidade e eficiência para ambos.
É fundamental deixar claro que a receita digital oferece a mesma validade jurídica que a receita convencional (papel), desde que o documento esteja assinado eletronicamente por um certificado digital válido e que tenha todas as informações legalmente exigidas em uma prescrição eletrônica.
A receita digital é emitida por meio de um aplicativo especializado. O médico deve fazer um cadastro e acessar a plataforma para desenvolver a prescrição e encaminhar para o paciente. Você não precisa ter conhecimento avançado em tecnologia, uma vez que o sistema é prático e eficiente.
Já o paciente, pode mostrar esse documento digital no balcão da farmácia ou encaminhá-lo por e-mail e solicitar ao estabelecimento que envie os medicamentos para a sua casa.
Descubra no vídeo abaixo os principais motivos pelos quais você deve implementar a receita digital em sua rotina.
Prescrição eletrônica nos Estados Unidos
Um levantamento conduzido pela Permanente no Colorado mostrou o quanto a prescrição digital nos Estados Unidos trouxe resultados bastante positivos para os pacientes.
O estudo analisou 12.061 homens e mulheres que receberam novas prescrições de medicamentos para diabetes, hipertensão arterial ou colesterol ao longo de um período de 18 meses.
De acordo com o levantamento, a quantidade de pacientes que seguiu as orientações do médico melhorou em relação ao uso de medicamentos. A pesquisa descobriu que somente 7% dos pacientes ignoraram a renovação das suas prescrições de medicamentos para hipertensão. O que mostra o poder da tecnologia para a área da saúde.
O que é necessário para prescrever pelo celular?
Quem tem um certificado digital instalado A3 em cartão, token ou arquivo A1 deve continuar acessando a ferramenta por meio do computador, uma vez que não é permitido instalar esse formato de mídia no aparelho móvel.
Diante desse cenário, alguns recursos não foram habilitados para essa modalidade, uma vez que o uso do smartphone foi pensado para criações mais ágeis de prescrições.
Então, para fazer a configuração de dados do seu receituário (logotipo e margem, por exemplo) ou aplicar a gestão de seus protocolos, deve-se acessar a plataforma pelo computador ou habilitar a versão de computador em seu aparelho móvel.
Porém, se você deseja fazer a migração do seu certificado digital para a nuvem, temos uma boa notícia: em parceria com a Soluti, a Memed vai disponibilizar de forma gratuita a assinatura digital BirdId para os usuários. Dessa forma, todos os médicos que pretendem ter um certificado digital, para assinar os seus receituários, poderão solicitar para a empresa.
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Aplicativo Memed: a solução para a sua rotina
Uma das soluções disponíveis para fazer prescrição de antibióticos é o aplicativo da Memed. Essa ferramenta otimiza o tempo dedicado ao desenvolvimento de receita medicamentosa.
Outro ponto positivo dessa tecnologia é que ela impede que você cometa erros eventuais ao receitar um antibiótico, como a grafia complicada e a posologia incorreta.
O aplicativo de prescrição médica da Memed contém um banco de dados atualizado com diversas informações importantes para o médico.
- Mais de 60 mil medicamentos e produtos que complementam os tratamentos e as posologias
- Mais de 100 mil alertas de interações medicamentosas.
Com poucos cliques, o médico faz uma pesquisa rápida no sistema para identificar o medicamento que deseja prescrever para o paciente.
Após selecionar o medicamento, o sistema apresenta a posologia (a qual pode ser alterada conforme a informação que o médico classifica como a mais adequada).
Se você ainda está em dúvida se esse tipo de tecnologia é indicada para a sua rotina, veja abaixo algumas vantagens do modelo digital para o seu dia a dia.
- Redução de erros no preenchimento da receita;
- Letras legíveis, o que garante a plena compreensão dos pacientes sobre quais medicamentos tomar e a modo de uso;
- Praticidade para obter as receitas, dispensando a necessidade de ir até o consultório médico, cada vez que precisa de uma nova receita para algum tratamento crônico ou de uso prolongado.;
- Armazenamento seguro dos dados sobre o histórico de tratamento dos pacientes.
A SulAmérica, companhia de saúde com 125 anos de existência no mercado, e a Docway, plataforma de telemedicina, foram algumas empresas que adotaram a Prescrição Digital da Memed. A parceria entre as organizações ocorreu após a
regulamentação e implementação da telemedicina no país com base na Lei Federal nº 13.989/2020.
A parceria permitiu que os pacientes das redes tivessem acesso a todas as funcionalidades da receita digital, enquanto os médicos ganharam mais rapidez no dia a dia.
Para se ter uma ideia, o projeto foi concluído em menos de um mês. A implementação ágil ajudou a potencializar o uso da prescrição eletrônica. Diante desse cenário, a parceria já alcançou mais de 300 mil pessoas no Brasil.
A Memed é uma plataforma de prescrição digital GRATUITA que ajuda médicos e pacientes por meio da automatização das receitas. Entre outros benefícios, alerta no caso de interações medicamentosas e conta com base de dados com bulas e tratamentos. A receita vai direto para o celular do paciente, via SMS ou WhatsApp.
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