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            • Qual a importância do setembro amarelo? E quanto ao objetivo?
            Publicado por Memed em 10 de novembro de 2022
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            • Pacientes
            importância do setembro amarelo

            A importância do setembro amarelo não deve ser ignorada por profissionais e pela sociedade. Por sinal, o CVV (Centro de Valorização da Vida), o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria) criaram a campanha para a prevenção do suicídio. 

            E os números provam o quanto esse tema deve ser tratado com carinho. 

            Um levantamento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou que 26% dos homens que cometeram suicídio tinham 60 anos e eram da região Norte. Ao analisar as mulheres, 40% dos casos tinham 60 anos e eram do Nordeste.  

            Mas, afinal, como identificar um comportamento suicida? 

            O que fazer para ajudar essas pessoas? 

            Neste artigo, você descobrirá as principais informações, além do objetivo e de como surgiu o setembro amarelo, entre outras questões. 

            Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas. 

            “Se você está pensando em tirar sua própria vida ou conhece alguém que esteja tendo tais pensamentos, saiba que você não está sozinho. Muitas pessoas já passaram por isso e encontraram uma forma de superar esse sofrimento” (CVV –  Centro de Valorização da Vida) Ligue: 188

            Leia mais: alimentação e saúde – quais são os impactos físicos e mentais?

            Qual é a importância do setembro amarelo?

            O setembro amarelo é uma campanha de conscientização focada na prevenção do suicídio. Foi criada em 2015 pelas entidades CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria). 

            A ideia é relacionar a cor ao mês que tem o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro). Para isso, pintam, iluminam e estampam o amarelo nas mais variadas resoluções, com o objetivo de aumentar a visibilidade da causa. 

            Com o passar dos anos, o setembro amarelo tem ganhado destaque em escolas, universidades, entidades do setor público e privado, chegando à população como um todo. 

            Para se ter uma ideia, diversos monumentos embarcaram na ideia, colorindo os lugares de amarelo. Por exemplo, o Cristo Redentor (RJ), o Congresso Nacional e o Palácio do Itamaraty (DF), o Estádio Beira Rio (RS) e o Elevador Lacerda (BA). 

            Qualquer pessoa pode participar da campanha, sendo que o envolvimento é feito por meio de: 

            • ações na rua;
            • caminhadas;
            • passeios ciclísticos;
            • roupas amarelas;
            • uso do laço no peito.

            Apesar de serem estratégias simples, elas já chamam a atenção e contribuem para a conscientização das pessoas. 

            Em setembro, a iniciativa busca disponibilizar informações e tratamentos de saúde mental, buscando diminuir o tabu. Isso faz com que a sociedade aprenda mais sobre o assunto, de modo que todos possam procurar ajuda, quando necessário.

            Por falar em tabu, muitas pessoas acreditam que o suicídio é um tema distante e que atinge poucas pessoas, o que não é a realidade.

            E, embora seja um assunto de saúde pública, ele não tem atenção como tal. Por isso, é vital criar estratégias de informação para que cada pessoa se sinta apoiada e perceba que não está sozinha com seu sofrimento. 

            Como o setembro amarelo começou? 

            Agora que você já sabe qual é a importância da campanha, vamos conhecer como surgiu o setembro amarelo? 

            Tudo começou em setembro de 1994, nos Estados Unidos. Naquele ano, Mike Emme, de 17 anos, cometeu suicídio. 

            O jovem era proprietário de um Mustang 68 amarelo. E, no dia do seu velório, amigos e familiares distribuíram cartões aramados em fitas amarelas, com frases motivacionais para pessoas que enfrentam questões similares. 

            A ideia impulsionou a criação do movimento de prevenção ao suicídio e, até hoje, a fita amarela é considerada o símbolo da campanha. 

            Em 2015, inspirado no caso Emme, o Brasil adotou o “setembro amarelo”. O Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) foram os responsáveis por implementar o conceito.

            Já em 2017, o programa conquistou um marco nacional. E, em 2018, o CVV organizou várias atividades no país, lembrando que são mais de 90 postos de atendimento da entidade.

            Dentre as ações disponíveis, destacam-se: 

            • caminhadas;
            • palestras;
            • balões amarelos;
            • pontos turísticos e edifícios públicos iluminados;
            • distribuição de folhetos;
            • atendimentos em locais públicos.

            O voluntário e porta-voz do CVV, Carlos Correia, explica que setembro é o mês com mais atividades para todos as pessoas que estão envolvidas com a instituição. 

             “Nos preparamos desde o início do ano para aproveitar esse importante momento de falar sobre prevenção do suicídio e, aos poucos, quebrar alguns tabus”, explica.

            Ela reforça que os 32 suicídios que ocorrem todos os dias no Brasil, com média de 1 morte a cada 45 minutos, podem ser reduzidos.

            “Perceber que a pressão interna está muito elevada, que o copo está para transbordar e, nesse momento ou antes disso, pedir e aceitar ajuda é muito eficiente. Conversar com alguém, seja conhecido ou desconhecido, de forma acolhedora e sem críticas, já ajudaria essa pessoa a superar aquele momento”, destaca. 

            Correia ressalta que, em grande parte dos casos, os indivíduos precisam de acompanhamento médico ou psicológico. Porém, o serviço do CVV trabalha em momento de crises, como complemento ao tratamento. 

            O que é CVV? 

            O Centro de Valorização da Vida (CVV) foi fundado em São Paulo, em 1962. Trata-se de uma associação civil sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de utilidade pública federal, desde 1973. 

            Seu papel é oferecer o serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suícidio. A propósito, as pessoas envolvidas no projeto estão disponíveis 24 horas por dia e oferecem auxílio sigiloso e anônimo.

            O CVV tem associação com o Befrienders Worldwide, que envolve organizações congêneres de todo o mundo. Outro marco interessante é que a entidade desenvolveu a Política Nacional de Prevenção do Suicídio, do Ministério da Saúde. 

            A linha telefônica 188 começou a operar no Rio Grande do Sul. Entre 2017 e 2018, as atividades se expandiram, com a integração de todas as regiões do Brasil. 

            Atualmente, a comunicação é feita de três formas:

            • telefone: 188 (24 horas e sem custo de ligação);
            • presencialmente: nos mais de 120 postos de atendimento;
            • site: www.cvv.org.br. 

            Para exemplificar, o CVV recebe mais de 3 milhões de atendimentos anuais. Para atender à demanda, a entidade tem quase 4000 voluntários, espalhados em 24 estados, além do Distrito Federal.

            Como ser voluntário do CVV? 

            Para ser voluntário, é preciso ter mais de 18 anos, disponibilidade de quatro horas semanais e muita vontade de ajudar as pessoas. Além disso, o interessado deve participar de um curso de capacitação e seleção em ambiente presencial ou virtual, com inscrição online. 

            Leia também:

            • Mindful eating: O que é essa prática? Quais os benefícios?
            • Hábitos que prejudicam sua imunidade
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            O que é o suicídio? 

            Trata-se de um fenômeno complexo, multifacetado e de múltiplas determinações, conforme explica o Ministério da Saúde (MS). Pode atingir pessoas de várias origens, classes sociais, idades, orientações sexuais e identidades de gênero.

            Porém, o suicídio pode ser prevenido. É vital saber identificar os sinais de alerta em si mesmo ou em um amigo, familiar ou colega de trabalho. Sem dúvidas, é o passo mais importante. 

            “Se você está pensando em tirar sua própria vida ou conhece alguém que esteja tendo tais pensamentos, saiba que você não está sozinho. Muitas pessoas já passaram por isso e encontraram uma forma de superar esse sofrimento” (CVV –  Centro de Valorização da Vida) Ligue: 188

            Quais são os sinais de alerta de um suicida? 

            Reprodução: Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (AL-MS)
            Fonte: Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)

            Os principais sinais de suicídio incluem:

            • falar sobre morte e suicídio mais do que o normal;
            • confessar que estão sem esperança na vida; 
            • demonstrar falta de autoestima; 
            • ter visão negativa de sua vida e futuro; 
            • sentir excesso de culpa;
            • viver em isolamento;
            • não atender telefonemas;
            • interagir poucas vezes nas redes sociais;
            • ficar em casa ou fechado no quarto;
            • apresentar mudanças na alimentação e/ou hábitos de sono; 
            • demonstrar alterações expressivas nos níveis de atividade ou de humor;
            • aumentar o cancelamento de atividades sociais, especialmente aquelas que mais gostava de fazer.

            Esses pensamentos são expressados de forma escrita, verbal ou por meio de desenhos. Redobre a atenção para os comentários abaixo: 

            • “vou desaparecer”;
            • “vou deixar vocês em paz”;
            • “eu queria poder dormir e nunca mais acordar”;
            • “é inútil tentar fazer algo para mudar, eu só quero me matar”.

            Há ainda outros fatores que ajudam a identificar sinais de um potencial suicida:

            • exposição ao agrotóxico;
            • perda de emprego;
            • crises políticas e econômicas;
            • discriminação por orientação sexual e identidade de gênero;
            • agressões psicológicas e/ou físicas;
            • sofrimento no trabalho;
            • diminuição ou ausência de autocuidado;
            • conflitos familiares;
            • perda de um ente querido;
            • doenças crônicas, dolorosas e/ou incapacitantes.

            Conforme explica o Ministério da Saúde (MS), esses sinais não devem ser encarados como ameaças, nem chantagens emocionais. De fato, eles são um alerta para o risco de suicídio, que pode acontecer a qualquer momento.

            Leia mais:

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            Como ajudar alguém que pensa em suícidio?

            Fonte: Secretaria de Saúde do Distrito Federal 

            Em algum momento da vida, desconfiamos de pessoas que estão pensando em suicídio. Isso pode acontecer devido ao grande sofrimento, seja pela perda de um amor, brigas familiares, partida de um ente querido, doença ou crise financeira. 

            Geralmente, nesse cenário, o sentimento de impotência é o mais comum. Pessoas com esse tipo de pensamento – a ideação suicida – acreditam que não há como mudar a realidade, enxergando o encerramento da própria vida como a única saída. 

            Porém, ao contrário do que grande parte das pessoas acreditam, há várias formas de ajudá-las, como explica Lorena, voluntária do CVV Vitória/ES.

            “Se há uma desconfiança, é importante que se converse diretamente com a pessoa que está sofrendo. Um diálogo aberto, respeitoso, empático e compreensivo pode fazer a diferença. 

            Procurar saber como a pessoa está, o que tem feito ultimamente, como está se sentindo. O foco da conversa deve ser o outro, portanto, não é recomendável: falar muito sobre si mesmo, oferecer soluções simples para os problemas que a pessoa relatar e desmerecer o que ela sente.”, explica.

            A conversa terá bons resultados quando é conduzida em um ambiente tranquilo, com calma, respeitando o tempo e o limite de cada pessoa. 

            Se o indivíduo tiver a vontade para compartilhar as dores, evite comportamentos como:

            • rechaçar (“Credo, isso é pecado!”);
            • esboçar expressões de choque (“Não acredito que você tá pensando nisso!”);
            • reprimir, caso o choro venha (“Pra que chorar? Você sempre teve tudo do bom e do melhor!”).

            Pratique a escuta ativa

            Para Lorena, a escuta ativa ocorre quando quem está disposto a ajudar procura ouvir e compreender a outra pessoa. 

            “Isso não significa, no entanto, deixar a pessoa falando sozinha. Algumas pontuações que podem ser feitas consistem em: fazer perguntas abertas; fazer um breve resumo do que a pessoa falou, de tempos em tempos, para que ela saiba que você está atento ao que ela diz; retornar a algum ponto que não tenha ficado claro e tentar, ao máximo, escutá-la sem julgamentos.”, ensina a voluntária. 

            Observe os sinais 

            É vital oferecer suporte emocional para a pessoa e comunicar que está disponível sempre que ela necessitar de ajuda. 

            “Se a pessoa falar claramente sobre os seus planos de se matar e parece estar decidida quanto a isso, é primordial que ela não seja deixada sozinha. Podem ser contatados os serviços de saúde mental e familiares/amigos da pessoa. Pode ser necessário que ela fique em um ambiente seguro, sendo auxiliada por um profissional”, destaca Lorena. 

            Indique opções de tratamento 

            Nem sempre as pessoas estão dispostas a se abrir. Nesses casos, não tente intimidar ou fazer pressão. Uma dica interessante é recomendar os serviços disponíveis pelo CVV. 

            A entidade tem como foco em promover o bem-estar das pessoas, bem como evitar o suicício. O trabalho é feito em total sigilo, 24 horas por dia. 

            Ao conhecer a importância do setembro amarelo e descobrir as formas de ajudar uma pessoa que está passando por problemas, você se sente mais confortável para oferecer um auxílio em períodos conturbados. 

            Você também pode acessar o material completo que preparamos sobre Saúde Mental e cuidado integrado, diretamente no link da página.

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