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            • Quais são os tipos de distúrbios do sono? Conheça 8
            Publicado por Memed em 7 de dezembro de 2023
            Categorias
            • Doenças e Sintomas
            Tags
            • Doenças e sintomas

            Quais são os tipos de distúrbios do sono? Conheça 8


            Os
            tipos de distúrbio do sono são mais comuns do que se pode imaginar. Segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), 72% dos brasileiros têm doenças relacionadas ao sono, sendo a insônia a mais comum. 

            A privação de sono pode desencadear alterações tanto na saúde física quanto mental. Por isso, é fundamental tratá-la da forma adequada e com orientação médica, caso seja necessário o auxílio de algum medicamento.

            Neste artigo, explicamos os distúrbios mais comuns, como identificá-los, os riscos do não tratamento e como ter uma boa noite de sono.

            O que é distúrbio do sono?

            Distúrbio do sono é o termo utilizado para caracterizar alterações na capacidade de dormir adequadamente. O quadro pode estar associado a um conjunto de diferentes doenças e condições que impedem o paciente de dormir e fazem do sono insuficiente para o descanso completo, gerando cansaço, sonolência diurna e indisposição, entre outros sintomas.

            Leia também >>> Qualidade do sono: o que prejudica? Como evitar insônia?

            Quais são os tipos de distúrbios do sono mais comuns?

            Existem vários tipos de distúrbios do sono, que interferem em fases diferentes do adormecimento. Listamos os principais e mais comuns a seguir: 

            1. Insônia

            A insônia é um dos distúrbios do sono mais comuns, caracterizada pela dificuldade de iniciar o sono, mantê-lo durante à noite de forma contínua ou despertar antes do horário desejado. 

            O distúrbio pode estar relacionado a fatores como estresse, ansiedade, depressão, medicamentos, hábitos irregulares e condições médicas. Além disso, a insônia pode ser classificada em três tipos:

            • a insônia transiente: dura apenas 3 dias e pode chegar a 3 semanas;
            • a insônia crônica: dura mais de 3 semanas;
            • a insônia intermitente: é de curta duração, mas acontece de tempos em tempos. 

            Leia mais: Como tratar a insônia? 6 medicamentos para dormir melhor. 

            2. Apneia obstrutiva do sono

            A apneia obstrutiva do sono é causada pelo fechamento das vias aéreas, onde passa o ar, interrompendo o fluxo respiratório por um período de 10 a 20 segundos. Pode acontecer de cinco ou mais episódios por hora de sono. 

            Devido às alterações respiratórias ocorrem muitos despertares durante o sono, conscientes e inconscientes, levando a incapacidade de atingir fases mais profundas do sono e dificultando o descanso adequado. 

            Alguns fatores contribuem para o aparecimento deste distúrbio são:

            • amídalas e adenoides muito grandes, que estão localizadas na garganta;
            • obstrução crônica do nariz;
            • obesidade;
            • dormir de barriga para cima, entre outros.

            3. Sonolência excessiva durante o dia

            Também conhecido por hipersonia, a sonolência excessiva durante o dia é definida pela dificuldade em se manter acordado durante o dia, resultando em um excesso de sono que atrapalha as atividades diárias. 

            Pode ser dividida em dois grupos: a sonolência leve, caracterizada por distrações, e a sonolência grave, na qual ocorrem lapsos involuntários de sono, amnésia e comportamento automático. 

            O distúrbio pode estar associado a condições clínicas e psiquiátricas (como depressão, efeito medicamentoso e doenças neurodegenerativas), hábitos de vida inadequados, remédios e privação de um sono adequado.

            4. Síndrome das pernas inquietas

            A síndrome das pernas inquietas é definida como uma condição neurológica onde o indivíduo sente uma necessidade incontrolável de movimentar as pernas para aliviar algum desconforto. 

            Geralmente, se manifesta na hora do repouso. Dessa maneira, afeta significativamente a qualidade do sono, fazendo com que no dia seguinte a pessoa se sinta cansada, sonolenta e excessivamente irritada. 

            As causas para esta síndrome das pernas inquietas não são claras, podendo estar associadas a deficiência de ferro e dopamina, predisposição genética e uso de medicamentos.

            5. Sonambulismo

            O sonambulismo é um tipo de distúrbio do sono que acontece na fase mais profunda do adormecimento, onde as funções motoras do indivíduo despertam, podendo caminhar, andar e falar com a consciência permanentemente inativa. 

            Sendo assim, na manhã seguinte, os sonâmbulos não se recordam, ou recordam muito pouco, do que aconteceu durante à noite. 

            A causa do sonambulismo é desconhecida, mas acredita-se que pode estar relacionada a uma imaturidade do sistema nervoso, pois geralmente acontece mais em crianças e adolescentes. 

            Também pode estar ligada a noites mal dormidas, estresse, depressão, ansiedade, febre, medicamentos, ingestão de bebida alcoólica, entre outras causas. Há ainda estudos científicos que indicam a possibilidade da associação a fatores genéticos transmitidos, principalmente, de pais para filhos.

            6. Bruxismo

            O bruxismo é caracterizado pelo ato de movimentar, apertar e ranger os dentes de forma inconsciente e involuntária. 

            O ato causa uma pressão sobre os dentes, podendo provocar sintomas, como dor nas articulações da mandíbula, dores de cabeça, alterações dentárias, como amolecimento e desgaste dos dentes. 

            Diferente dos outros tipos de distúrbios do sono, este pode ocorrer em qualquer hora do dia, mas é mais comum durante à noite. Geralmente, é causado por fatores genéticos, estresse, tensão, ansiedade e problemas de fechamento inadequado da boca. 

            Não existe um tratamento para curar o bruxismo. O uso de medicamentos pode ser indicado para o controle de quadros de ansiedade e combate ao estresse. 

            O recurso mais indicado pelos dentistas é o uso de placas moldadas conforme a arcada dentária do paciente e, em alguns casos, o uso de medicamentos relaxantes musculares.

            7. Paralisia do sono

            A paralisia do sono é a incapacidade temporária de se mover ou falar na transição entre o sono e a vigília. Assim, a pessoa acorda, mas não consegue se movimentar, causando angústia, medo e terror.

            Além disso, o distúrbio mistura a sensação de estar acordado e sonhando ao mesmo tempo. Esse episódio acontece, pois durante o sono, o cérebro relaxa todos os músculos do corpo e os mantém imóveis para não acontecer movimentos durante à noite, conservando energia. 

            Porém, quando há um problema entre a comunicação entre o cérebro e o corpo durante o sono, o cérebro pode demorar a devolver os movimentos para o corpo, causando assim a paralisia do sono. 

            O quadro pode estar associado a influências genéticas, uso de substâncias, privação de sono, mas a causa mais comum é o transtorno de estresse pós-traumático. 

            8. Narcolepsia

            A narcolepsia é um tipo de distúrbio do sono crônico, caracterizado por alterações no ciclo do sono, onde a pessoa apresenta sonolência excessiva ou episódios incontroláveis de sono, sendo capaz de dormir profundamente em qualquer momento. 

            Esse estado pode interferir na vida profissional e pessoal. As causas da narcolepsia não são claras e continuam sendo estudadas. Acredita-se que pode acontecer por lesões no sistema nervoso central, especificamente na área em que controla o sono e a vigília. 

            O tratamento é acompanhado por um neurologista e feito com o apoio de medicamentos que estimulam o cérebro do paciente a ficar acordado. Pode ser recomendado uma mudança nos hábitos de vida e cochilos após as refeições.

            Como constatar distúrbios do sono?

            Hoje em dia, existem laboratórios especializados em medicina do sono, onde é realizado um exame chamado de Polissonografia, de método não invasivo, feito com o paciente dormindo. 

            Ele passa a noite com eletrodos e sensores que coletam dados, como movimentos dos olhos, pernas, atividade elétrica cerebral, respiração, oxigenação do sangue, entre outras avaliações. 

            Esses dados são repassados para o médico e avaliados para que ele possa diagnosticar o tipo de distúrbio do sono. Confira no vídeo abaixo, como o exame funciona:

            Quais os riscos de não tratar um distúrbio do sono?

            Os principais riscos da falta de tratamento de um distúrbio crônico são:

            • perda de funcionalidade no dia a dia;
            • aumento das chances de desenvolver um distúrbio psiquiátrico;
            • perdas cognitivas;
            • desenvolvimento ou agravamento de doenças preexistentes;
            • maior risco de acidentes urbanos (batidas de carro, atropelamento e outros);
            • incapacidade de trabalhar;
            • redução na qualidade de vida.

            Cada um dos tipos de distúrbio do sono é tratado de forma individual, principalmente em relação ao medicamento.

            Além disso, nunca minimize um problema de sono, mesmo que pareça comum, como a insônia, que afeta 73 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Associação Brasileira do Sono (ABS). 

            Os benzodiazepínicos, como o Clonazepam e o Diazepam, recomendados para tratar a insônia, podem ser eficientes ou não, e ainda causarem efeitos colaterais, reagindo diferente no organismo de cada pessoa. Por isso, é recomendado ao máximo evitar a automedicação.

            O tratamento ainda pode incluir psicoterapia, técnicas de higiene do sono, eliminação de vícios (drogas, bebida e cigarro), mudanças na alimentação e atividade física.

            O que fazer para ter uma boa noite de sono?

            Adotar hábitos saudáveis estão entre as principais dicas para ter um boa noite de sono. Então, inclua na rotina:

            • praticar exercícios;
            • não usar equipamentos eletrônicos pelo menos 3 horas antes de dormir; 
            • ter um horário fixo para deitar-se;
            • criar um ambiente aconchegante e escuro, livre de sons e barulhos; 
            • evitar ingerir bebidas com cafeína no mínimo 6 horas antes de dormir e cochilos durante o dia. 

            Se mesmo seguindo todas essas indicações, ainda encontrar problemas para dormir, é necessário procurar orientação médica, para que ele recomende o melhor tratamento adequado para o seu caso.

            *As informações neste site não têm a intenção de substituir uma consulta pessoal com um médico, farmacêutico, enfermeiro ou outro profissional de saúde qualificados.

            O leitor não deve adiar a busca, nem desconsiderar aconselhamento médico devido a alguma informação encontrada neste site.

            Procure sempre um médico para que ele possa lhe auxiliar no seu caso específico.

             Artigo redigido pela enfermeira Andrielle Oliveira.

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