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            • Infecção x intoxicação alimentar: entenda a diferença e como evitar
            Publicado por Memed em 28 de outubro de 2023
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            • Doenças e Sintomas
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            Infecção x intoxicação alimentar

            Infecção x intoxicação alimentar: entenda a diferença e como evitar


            Infecção e intoxicação alimentar são doenças causadas pela ingestão de alimentos ou líquidos que contêm agentes patogênicos (bactérias, vírus, fungos, protozoários, etc) ou toxinas liberadas por eles. 

            Outros componentes tóxicos naturais e agentes químicos utilizados no plantio e na conservação de alimentos também podem ser apontados como possíveis causas para aquele mal-estar gastrointestinal, que pode evoluir para quadros mais graves.

            Diversos fatores estão relacionados às Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (DTHA), como:

            • saneamento básico;
            • cuidado no preparo de alimentos;
            • higiene pessoal;
            • qualidade dos alimentos;
            • qualidade da água consumida.

            Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), as DTHA acometem 600 milhões de pessoas no mundo. Por sinal, 420.000 morrem anualmente em decorrência de infecção ou intoxicação alimentar. 

            As crianças com menos de 5 anos de idade são as mais afetadas. Estimam-se cerca de 125.000 mortes a cada ano.

            No Brasil, um levantamento feito entre 2007 e 2020 revelou uma média anual de 662 surtos de DTHA, sendo 156.691 doentes, 22.205 hospitalizações e 152 óbitos.

            Considerando que esse é um problema de saúde pública e interesse de todos, elaboramos este conteúdo para explicar tudo o que você precisa saber sobre infecção e intoxicação alimentar.

            Nas linhas a seguir, você confere os principais pontos do tema!

            • O que é infecção alimentar?
            • Quais os sintomas de infecção alimentar?
            • Quais são os vírus causadores de infecção alimentar?
            • O que é intoxicação alimentar?
            • Quais são as bactérias causadoras da intoxicação alimentar?
            • Quais são os sintomas de intoxicação alimentar?
            • Quais os exemplos de intoxicação alimentar?
            • Infecção x intoxicação alimentar: qual a diferença?
            • Como é feito o diagnóstico de intoxicação ou infecção alimentar?
            • Como evitar a intoxicação alimentar?
            • Existe remédio para infecção alimentar?

            O que é infecção alimentar?

            A infecção alimentar acontece quando ingerimos alimentos que contêm vírus, bactérias ou qualquer outro tipo de agente infeccioso. Ao entrar no nosso corpo, esses microorganismos dão início a um processo infeccioso no trato gastrointestinal.

            As células desses micróbios se aderem e se multiplicam no estômago e/ou no intestino.

            Quais são os sintomas de infecção alimentar?

            Os principais sintomas de um quadro de infecção alimentar incluem:

            • febre;
            • diarreia;
            • vômito;
            • fadiga;
            • cólica;
            • inchaço abdominal;
            • mal-estar.

            Quais são os vírus causadores de infecção alimentar?

            Diferentes vírus podem ser causadores de infecção alimentar. Os mais comuns são o rotavírus e o da hepatite A.

            Rotavírus

            A infecção alimentar pelo rotavírus é muito comum em crianças com idades entre 3 meses e 5 anos, mas pode afetar pessoas de qualquer faixa etária.

            A contaminação ocorre por via fecal-oral, quando objetos ou alimentos não higienizados e com presença de vestígios fecais com rotavírus são levados à boca.

            Apesar de haver sete sorotipos de rotavírus, apenas três podem infectar o ser humano e desencadear o quadro de gastrenterite aguda. Aliás, uma mesma pessoa pode contrair esse vírus causador da infecção alimentar até três vezes na vida.

            Felizmente, já existe a vacina contra o rotavírus e ela integra o Programa Nacional de Imunização. Ela pode ser encontrada na rede pública e tem como alvo o público infantil. As três doses da vacina pentavalente são administradas de forma oral (gotinha) aos 2, 4 e 6 meses de idade.

            Hepatite A

            Esse é outro vírus transmitido pela via fecal-oral, a partir do contato entre humanos ou pela ingestão de água e alimentos contaminados. Além de desconfortos gerais no aparelho gastrointestinal, os infectados podem apresentar outros sinais, como febre, pele e olhos amarelados e, ainda, fezes claras.

            Também já existe vacina que protege contra a hepatite A. Porém, ela só está disponível na rede privada. Esse imunizante é administrado em duas doses, com intervalos de 6 meses entre elas.

            Bactérias que causam a infecção alimentar

            As espécies de bactérias mais comuns em casos de infecção alimentar são:

            • Listeria monocytogenes;
            • Campylobacter jejuni;
            • Vibrio parahaemolyticus; 
            • Vibrio vulnificus;
            • Yersinia enterocolitica.

            O que é intoxicação alimentar?

            A intoxicação alimentar é uma condição em que o indivíduo ingere alimentos contaminados com toxinas produzidas por vírus, bactérias e outros microorganismos patogênicos.

            O micróbio não necessariamente foi ingerido, mas sim as substâncias que ele costuma liberar e que não foram eliminadas pela higienização correta do alimento.

            Um quadro de intoxicação alimentar também pode ter como agente causador qualquer substância sintética não relacionada com vírus ou bactérias. Por exemplo, pode-se citar o uso de agrotóxicos para eliminar pragas nas plantações de vegetais.

            Quais são as bactérias causadoras de intoxicação alimentar?

            As bactérias que mais comumente são apontadas como causadores de intoxicação alimentar são:

            • Salmonella;
            • Escherichia coli;
            • Staphilococus aureus;
            • Clostridium botulinum.

            Salmonella

            Quando o assunto é intoxicação alimentar, a Salmonella (Salmonelose) é uma das primeiras bactérias que vêm à mente. Ela é transmitida principalmente pelo consumo de alimentos contaminados com fezes de animais.

            Escherichia coli

            Também conhecida como E-coli, essa é outra bactéria que pode causar infecção alimentar. Ela costuma se alojar no trato digestivo dos hospedeiros e é transmitida pela ingestão de alimentos com fezes contaminadas pela bactéria. 

            A transmissão pode ocorrer a partir do consumo de carne bovina ou suína contaminada e “mal passada”, além de água não tratada. Existe ainda a possibilidade de transmissão cruzada; um mosquito pode pousar nas fezes contaminadas de um animal e, depois, pousar no alimento que você está prestes a comer.

            Staphilococus aureus

            Entre 2 e 8 horas após a ingestão de alimentos contaminados pelas toxinas da bactéria Staphilococus aureus, você já pode sentir os sintomas de intoxicação alimentar. 

            Geralmente, ela é passada para o alimento no momento do preparo, quando a bactéria é transferida da pele ou das fossas nasais da pessoa para a comida.

            Clostridium botulinum

            A intoxicação alimentar pode se apresentar de forma mais grave por meio de uma doença conhecida como botulismo. Ela é causada pela toxina botulínica produzida pela bactéria Clostridium botulinum e pode evoluir para neuro-paralíticas e até óbito. 

            Os alimentos mais propensos a ter toxinas dessa bactéria são os enlatados, defumados e mantidos em conserva.

            Quais são os sintomas de intoxicação alimentar?

            Os sintomas mais comuns de quem sofre de intoxicação são:

            • diarreia;
            • náuseas;
            • vômitos persistentes;
            • febre de leve a moderada;
            • dores de barriga;
            • mal-estar;
            • exaustão;
            • falta de apetite;
            • desidratação;
            • hipotensão (pressão baixa);
            • calafrios;
            • dificuldade para enxergar, falar e engolir (no caso de intoxicação pela Clostridium botulinum).

            Leia também: Tipos de intolerância alimentar: quais são os mais comuns?

            Exemplos de intoxicação alimentar

            São exemplos de intoxicação alimentar quando você ingere uma comida de rua que ficou exposta por muito tempo ou não recebeu os devidos cuidados de higiene no preparo. A propósito, isso também pode acontecer ao consumir água não filtrada ou diretamente de uma fonte que também é utilizada por animais, como rios e riachos.

            Outro exemplo é o consumo de alimentos conservados incorretamente, favorecendo a proliferação de bactérias e liberação de toxinas.

            Infecção x intoxicação alimentar: qual a diferença?

            A diferença entre intoxicação e infecção alimentar é a seguinte: enquanto a infecção está relacionada à presença de um agente infeccioso no alimento (vírus, bactéria, protozoário ou fungo), a intoxicação tem a ver com a ação de toxinas produzidas por esses agentes, podendo eles estar presentes ou não no alimento. 

            Portanto:

            • toda infecção é uma intoxicação, mas nem toda intoxicação é uma infecção;
            • na infecção alimentar, o agente patogênico se instala, desenvolve e reproduz no trato gastrointestinal do hospedeiro após a ingestão de alimentos contaminados com esse agente;
            • na intoxicação alimentar, não necessariamente há a ingestão do agente patogênico, mas das toxinas que ele produz e estavam presentes no alimento consumido.

            Como é feito o diagnóstico de intoxicação ou infecção alimentar?

            O diagnóstico de intoxicação ou infecção alimentar costuma ser feito por avaliação clínica. Ou seja, o médico observa os sintomas apresentados pelo paciente e faz um questionário sobre o que comeu nos últimos dias e se outras pessoas do convívio estão com sintomas semelhantes.

            Porém, para obter um diagnóstico mais preciso, o médico pode solicitar a realização de exames laboratoriais para investigar qual é o agente infeccioso ou as toxinas responsáveis pelo quadro de intoxicação ou infecção alimentar.

            As fezes e o sangue (hemograma) são os materiais comumente coletados. Nas fezes, investiga-se a presença de leucócitos (células do corpo para “atacar” agentes infecciosos). Com a análise microscópica, pode-se verificar se há bactérias e protozoários que podem ser a causa do mau funcionamento gastrointestinal. 

            Outros exames

            Quando a diarreia decorrente de infecção ou intoxicação alimentar persiste por mais de uma semana, o paciente pode desenvolver um quadro sério de desidratação. Logo, o médico pode solicitar a realização de exame de sangue para avaliar o funcionamento dos rins.

            A intenção é verificar se os níveis de os níveis de sódio, potássio, ureia e creatinina estão dentro da normalidade, pois podem se alterar de maneira preocupante quando o indivíduo perde muita água.

            IMPORTANTE

            A depender do tipo de bactéria ou vírus responsável pela intoxicação alimentar, pode levar alguns dias para que os sintomas se manifestem. Por isso, ao se consultar com o médico, será necessário puxar na memória não apenas o que você comeu no dia em que o mal-estar teve início ou no dia anterior, mas, pelo menos, três dias antes.

            Como evitar intoxicação alimentar? 6 dicas

            Para evitar intoxicação alimentar, é necessário adotar hábitos de higiene no preparo dos alimentos, evitar levar a mão à boca, ingerir água filtrada e escolher bem os estabelecimentos caso queira comer fora de casa. 

            Adicionalmente, deve-se se atentar à conservação adequada de carnes e outros alimentos, mantendo-os sempre com a refrigeração correta. Preste atenção também no prazo de validade presente nos rótulos.

            Entenda melhor as dicas de como evitar intoxicação alimentar:

            1 – Lave bem os alimentos

            Ao preparar as refeições, higienize os alimentos adequadamente. No caso de verduras, deixe-as de molho em uma solução de água com uma colher de água sanitária.

            2 – Cozinhe bem as carnes

            Nada de carnes mal passadas. Elas precisam estar muito bem cozidas para evitar que microrganismos patogênicos “sobrevivam” ao preparo. 

            3 – Higienize as mãos antes de preparar a comida

            Lave bem as mãos e os utensílios de cozinha antes de manusear os ingredientes da refeição que você vai preparar. No mais, faça a higienização das mãos antes de comer.

            4 – Beba apenas água filtrada, fervida ou de garrafa

            Bactérias, protozoários e vírus podem estar presentes em água não tratada. Sendo assim, ingira apenas água filtrada, fervida ou de garrafinha.

            5 – Cuidado ao comer na rua

            Nem todo restaurante ou barraca de rua seguirá à risca os procedimentos de higiene adequados no preparo de alimentos. Tenha cautela quando for comer fora de casa e escolha bem os estabelecimentos.

            6 – Conserve os alimentos corretamente

            Além do preparo, é necessário se atentar para a maneira com que os alimentos são conservados na sua casa. Deve-se armazená-los nas embalagens e na temperatura adequadas.

            Existe remédio para infecção alimentar?

            Se o médico constatar que você está com infecção alimentar, ele pode receitar o uso de antibióticos para “matar” as bactérias causadoras.

            É provável que o profissional prescreva medicamentos para controle da diarreia, náuseas, vômitos e dores abdominais. Também costuma ser recomendado o uso de bebidas isotônicas para repor os eletrólitos perdidos no processo de desidratação.

            Portanto, é indispensável procurar uma Unidade Básica de Saúde para se consultar com um médico e receber as indicações para o tratamento adequado da infecção ou intoxicação alimentar.

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