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            • Pílula do dia seguinte: como funciona no organismo?
            Publicado por Memed em 8 de fevereiro de 2024
            Categorias
            • Saúde da Mulher
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            pílula do dia seguinte

            Pílula do dia seguinte: como funciona no organismo?

            Provavelmente, você conhece a pílula do dia seguinte, para que serve, mas sabe como ela age no organismo? Conhecer o mecanismo de ação e os efeitos que um medicamento pode ter no corpo, é fundamental antes de ingeri-lo.

            Recapitulando, a pílula do dia seguinte é o nome popular para Anticoncepção de Emergência (AE), que serve para evitar a gravidez após a relação sexual desprotegida, falha no preservativo, esquecimento da pílula ou outra situação.

            Ao contrário do que o nome sugere, a pílula não deve ser tomada apenas no dia seguinte a um dos eventos descritos acima. Mesmo sendo eficaz até 72 horas após a relação sem proteção, depois de 24 horas a efetividade é menor.

            A sensibilidade a ativos da fórmula e a interação medicamentosa com outros remédios utilizados frequentemente são outros exemplos de cuidados necessários para saber se a eficácia da pílula do dia seguinte será afetada.

            Continue a leitura do artigo e entenda o funcionamento do medicamento no organismo, por quanto tempo a pílula age, cuidados no uso e mais.

            Como funciona a pílula do dia seguinte no organismo?

            O mecanismo de funcionamento da pílula é hormonal, de curto prazo e a ingestão deve ser feita assim que possível após a relação sexual desprotegida. A composição hormonal do medicamento é combinada, ou seja, a pílula pode unir estrogênio e progesterona sintéticos ou apenas de progesterona.

            O estrogênio atua na formação das características femininas e no controle da ovulação. Já a progesterona regula o ciclo menstrual e o prepara o útero para receber o óvulo, quando ele é fertilizado.

            Segundo o guia ‘Anticoncepção de emergência – Perguntas e respostas para profissionais de saúde’, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda a união de etinilestradiol e levonorgestrel. Porém, as pílulas que contém apenas progesterona, o ativo sugerido é o levonorgestrel.

            Após ser ingerida, a pílula pode agir de duas formas. A primeira é evitando a ovulação ou atrasando-a por alguns dias, caso o uso aconteça antes dela iniciar. Isso impede que o espermatozoide tenha contato com o óvulo. 

            O segundo mecanismo de ação é modificando a consistência do muco cervical (que lubrifica as trompas e o útero), tornando-o mais denso, prejudicando a mobilidade dos espermatozoides e, consequentemente, dificultando a fecundação.

            Ou seja, o objetivo da pílula de emergência é impossibilitar que óvulo e espermatozoide entrem em contato. Portanto, não é um medicamento abortivo, uma vez que sua ação é na fase anterior. 

            Dessa forma, caso a gestação já exista, o medicamento não é capaz de interromper o andamento do desenvolvimento fetal.

            Leia também: Quais os primeiros exames de gravidez? [7 principais]

            Quanto tempo o efeito da pílula do dia seguinte fica no organismo?

            Os efeitos da pílula são de curto prazo. A estimativa é que diminuam após 48 horas da sua ingestão. Por isso, o recomendado é ingeri-la tão logo a relação desprotegida aconteça.

            Como é um medicamento emergencial, é normal que a ação seja pontual, não prolongando sua atividade no organismo para além do necessário para evitar a fecundação no momento.

            Por isso, caso haja outras relações sexuais dias após tomar a pílula, o organismo não estará protegido. Se houver falha no uso do anticoncepcional, por exemplo, esquecimento de um ou mais dias, a mulher estará vulnerável. 

            Então, quanto tempo depois é para tomar a pílula do dia seguinte?

            Para ter um melhor potencial de eficácia, o recomendado é tomar a pílula em até 24 horas após a relação sexual. Nesse intervalo, o índice de falha é de apenas 1%. Caso seja utilizada em até 72 horas, ou seja, três dias depois da relação, as chances de falha sobem para 5%.

            O guia ‘Anticoncepção de emergência’ destaca que a anticoncepção de emergência apresenta, em média, um Índice de Efetividade de 75%. Isso significa que a pílula pode evitar três de cada quatro gestações que aconteceriam após uma relação sexual desprotegida.

            No entanto, é importante destacar que a eficácia, mesmo com o uso correto da pílula do dia seguinte, pode variar de forma significativa dependendo do tempo entre a relação sexual e sua administração.

            Quais são os efeitos colaterais da pílula do dia seguinte?

            Os efeitos colaterais mais frequentes da pílula são náuseas (afeta 40% a 50% das mulheres) e vômito (afeta de 15% a 20%). Para minimizar esses desconfortos, é possível utilizar medicamentos antieméticos, uma hora antes de tomar a pílula.

            Outros efeitos que acontecem com menor frequência são dor de cabeça, dor nos seios e vertigens de curta duração, mas eles diminuem naturalmente nas primeiras 24 após o uso da anticoncepção de emergência. 

            De modo geral, a pílula é bem tolerada pela maioria das mulheres e os efeitos colaterais mais severos ou intensos acontecem em casos excepcionais. 

            Existe algum fator que corta o efeito da pílula?

            Como o vômito é um efeito colateral comum, é importante ter atenção a essa ocorrência, especialmente se acontecer entre uma e duas horas após tomar a pílula. Se for o caso, o recomendado é tomar uma nova dose do medicamento.

            Se o sintoma persistir após a nova dose, a recomendação é administrar a anticoncepção de emergência por via vaginal. A pele da vagina tem uma capacidade de absorção semelhante à realizada por via oral. 

            As mulheres com histórico de episódios de vômito crônico podem utilizar a via vaginal como primeira opção para garantir a eficácia da pílula. Nos dois últimos casos, o procedimento deve ser realizado por um profissional de saúde para ser feito corretamente.

            Cuidados com a pílula do dia seguinte

            Ainda conforme o guia ‘Anticoncepção de emergência’, a OMS contra-indica a pílula de emergência para mulheres com gravidez confirmada. As mulheres que estão amamentando também não devem utilizar o medicamento sem orientação médica. 

            Para essa fase, existem contraceptivos específicos indicados. Portanto, é essencial conversar com o médico para começar um método preventivo eficaz logo após o parto.

            Já mulheres com histórico de acidente vascular cerebral, tromboembolismo, enxaqueca severa ou diabete com complicações vasculares devem buscar orientação, pois o uso exige precaução.

            Escolha um método contraceptivo seguro

            A pílula do dia seguinte é um medicamento de emergência e, apesar de ainda não haver estudos que mostrem os efeitos da utilização prolongada, o uso recorrente não é recomendado.

            Por isso, a melhor solução é consultar um ginecologista e avaliar as opções de contraceptivo de uso contínuo mais adequada.

            *As informações neste site não têm a intenção de substituir uma consulta pessoal com um médico, farmacêutico, enfermeiro ou outro profissional de saúde qualificados.

            O leitor não deve adiar a busca, nem desconsiderar aconselhamento médico devido a alguma informação encontrada neste site.

            Procure sempre um médico para que ele possa lhe auxiliar no seu caso específico.

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