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            • Março Lilás e o combate ao câncer de colo de útero. Guia completo sobre o assunto
            Publicado por Memed em 3 de março de 2023
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            Marco-Lilas-Memed

            Março Lilás é o nome dado ao mês voltado para a promoção de informação e combate ao câncer de colo de útero. 

            No último trimestre do ano, a campanha do Outubro Rosa tem como tema central o combate ao câncer de mama. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) o câncer de mama é o que apresenta a maior taxa de mortalidade entre mulheres no Brasil. 

            Já em março, o objetivo é alertar sobre os perigos do câncer de colo de útero, que, excluídos os tumores de pele não melanoma, é o terceiro tipo de câncer que mais acomete mulheres no Brasil. Causando cerca de 311 mil óbitos por ano no mundo (IARC, 2020).

            Diante desses números é fundamental abordar temas como a prevenção e os impactos positivos de um diagnóstico precoce.

            Sem dúvida, o conhecimento sobre a doença é um dos principais recursos para se proteger e vencer uma possível batalha contra ela.

            Como ainda existem muitas dúvidas sobre o assunto, criamos um guia completo sobre o Março Lilás no qual reunimos tudo o que você precisa saber:

            • O que é câncer do colo do útero
            • Prevenção do câncer colo de útero
            • Quais os sintomas de câncer de útero
            • Tratamento.

            Também vamos apresentar a história do Março Lilás e abordar a importância da data que incentiva o aumento do cuidado com a saúde da mulher. 

            O que é a campanha Março Lilás? 

            O objetivo da campanha do Março Lilás é informar e incentivar o cuidado com a saúde feminina usando como tema central o câncer de colo de útero e suas formas de prevenção e combate. 

            Você sabia, por exemplo, que o câncer do colo de útero não é causado por condições genéticas, mas pela exposição a alguns tipos de HPV (papilomavírus humano)? 

            A infecção por alguns tipos de HPV podem ser evitadas com a vacina, que é aplicada gratuitamente em Unidades Básicas de Saúde (UBS) emde todo o Brasil. 

            A vacina contra o HPV, entretanto, não tem efeito como tratamento ao vírus. Ela atua apenas de forma preventiva, evitando que as pessoas que não tiveram contato com o vírus sejam infectadas. 

            Essa é uma das razões para que a vacina oferecida pelo SUS tenha um público-alvo específico, atingindo idades em que a maioria das meninas e meninos ainda não iniciaram suas vida sexual. Adiante falaremos mais sobre isso. 

            É importante saber que atualmente existem 13 tipos de HPV considerados oncogênicos, ou seja, que possuem associação comprovada entre a infecção e o câncer. 

            Os tipos de HPV 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero. 

            A disseminação da informação sobre todas essas questões, principalmente sobre a vacina contra o HPV, está entre as principais pautas do Março Lilás. 

            Afinal, segundo dados do Ministério da Saúde, apenas 55% das meninas brasileiras de 9 a 14 anos (público alvo da campanha do SUS) tomaram as doses da vacina contra o HPV, em 2020.

            É importante incentivar a vacinação, principalmente nesta faixa etária, se quisermos reduzir significativamente a taxa de incidência da doença na população. 

            A campanha Março Lilás também tem como objetivo alertar sobre a necessidade de diagnóstico precoce para reduzir a mortalidade por câncer de colo de útero. 

            O artigo, “Testes de triagem para câncer do colo do útero” (original Screening Tests for Cervical Cancer), divulgado pela American Cancer Society, mostra como a detecção precoce melhora as chances de sucesso do tratamento. 

            Além disso, o tratamento de lesões causadas pelo HPV também impede que haja progressões que culminam em alterações das células do colo do útero, as tornando cancerígenas.

            Para um diagnóstico precoce, entretanto, é fundamental que a mulher realize, periodicamente, o exame Papanicolaou (exame citopatológico), também conhecido como preventivo. 

            Incentivar a realização desse exame é uma das grandes bandeiras da campanha do Março Lilás.

            Afinal, por meio dele, todo o tratamento se inicia e as chances de cura aumentam muito. 

            De fato, segundo dados divulgados pelo INCA, em países desenvolvidos, onde o rastreamento citológico foi implantado de maneira mais ativa, a incidência do câncer de colo de útero foi reduzida em torno de 80%.

            A própria OMS, Organização Mundial da Saúde, reforça esse coro, indicando que, com uma cobertura da população-alvo de, no mínimo, 80% e a garantia de diagnóstico e tratamento adequados dos casos alterados, é possível reduzir, em média, de 60 a 90% a incidência do câncer cervical invasivo (WHO, 2002b).

            Acesse o conteúdo exclusivo sobre a promoção e cuidados da saúde feminina.

            A história por trás do Março Lilás

            Mas, afinal, porque março foi escolhido como o mês que levaria adiante a bandeira da prevenção e cuidados relacionados ao câncer de colo de útero? 

            Uma das razões é justamente a comemoração do Dia Internacional da Mulher, no dia 8 de março. 

            A data foi oficializada pela ONU em 1975, mas sua origem se dá noé do início do século 20, quando protestos ocorreram nos Estados Unidos e Europa com pautas como igualdade de direitos e melhores condições de trabalho para as mulheres.

            Definido a mês, porque a cor lilás? Sim, existe história também por trás da escolha da cor da campanha, e ela remonta ao Movimento Sufragista, em busca do direito ao voto feminino, que ocorreu em 1908, na Inglaterra. 

            No período, as cores do movimento eram lilás, branco e verde, simbolizando a busca das mulheres pela igualdade de direitos e liberdade.

            O que é câncer do colo do útero?

            O câncer do colo do útero, ou câncer cervical, é representado por um tumor que se desenvolve a partir de alterações, chamadas de lesões precursoras, na parte mais inferior do útero. 

            Essas lesões podem ser totalmente curáveis, desde que recebam o tratamento correto em tempo hábil. Em alguns casos, as alterações não chegam sequer a se transformar em câncer. 

            Entretanto, se não há a identificação das lesões e, consequentemente, o tratamento não é realizado, é possível que elas se transformem em lesões cancerígenas.

            Essa é uma das razões para a busca contínua da prevenção por meio de exames periódicos. Em grande parte das vezes, é possível inclusive evitar o câncer.

            Quais os sintomas do câncer de colo de útero? 

            Em suas fases iniciais, nem as lesões precursoras nem o câncer apresentam sinais ou sintomas, por isso, a única forma de diagnóstico precoce é por meio do exame citopatológico.

            Entretanto, em suas fases mais avançadas o câncer de colo de útero pode apresentar sinais como:

            • Sangramento vaginal, 
            • Corrimento,
            • Dor. 

            Se você está passando por isso, ou se o seu paciente está vivendo esse tipo de situação, é fundamental dar início imediatamente às investigações sobre as possíveis causas desses problemas e elaborar um tratamento direcionado.

            Prevenção do câncer colo de útero

            Existem algumas formas principais de prevenção do câncer de colo de útero: a primeira é evitar o contágio pelo HPV. Para isso, é indicada a imunização pela vacina. 

            É importante, entretanto, destacar que a vacina não protege de todos os tipos de HPV, entretanto, inclui os dois tipos que estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero (tipos 16 e 18).

            Além da vacina, o uso de preservativo em relações sexuais é indispensável. Ele é uma barreira eficiente que impede a infecção que ocorre por meio do contato entre a pele e as mucosas.

            Um fato importante é que a infecção por HPV não ocorre apenas em relações em que ocorra penetração, mas também em contatos oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. 

            A segunda forma de prevenir o câncer de colo do útero é por meio do acompanhamento periódico feito a partir do exame Papanicolaou que vai identificar lesões ou verrugas, típicas do HPV. 

            Em casos de presença dessas alterações, um tratamento é iniciado, evitando que as células da região se transformem em células cancerígenas. 

            Resumindo, por meio do diagnóstico prévio de lesões precursoras é possível evitar que elas se tornem tumores malignos. 

            Segundo o site do INCA, tanto a incidência como a mortalidade por câncer do colo do útero podem ser reduzidas com programas organizados de rastreamento.

            Todo esse caminho rumo à prevenção é facilitado quando há acesso à informação segura e de qualidade. Por isso, o Março Lilás é uma campanha crucial na busca pela redução de casos e óbitos.

            Conhecer os caminhos possíveis para evitar a doença aumenta as suas chances de sucesso no tratamento.

            Tratamento câncer de colo do útero

            Uma vez que o câncer foi confirmado, existem diferentes tipos de tratamento. Entre os indicados no site do INCA estão algumas opções de cirurgia e radioterapia. Para a definição do que será feito, é necessária a avaliação médica de fatores que incluem:

            • O estágio da doença,
            • Tamanho do tumor,
            • Fatores pessoais como idade e desejo de preservação da fertilidade.

            Existem diferentes tipos de tratamentos cirúrgicos que podem ser indicados em cada caso.

            Para lesões invasivas pequenas, menores do que 2 cm, devem ser consideradas as cirurgias mais conservadoras. 

            Tumores em estágios mais avançados podem receber tratamento combinado de radioterapia com quimioterapia, e posterior braquiterapia.

            O próprio INCA recomenda que para informações mais detalhadas sobre tratamento do câncer do colo do útero, os profissionais devem buscar informações na área de Condutas Diagnósticas-Terapêuticas do INCA. 

            O material tem como objetivo ser referência para as unidades prestadoras de serviços oncológicos. Por isso, se tiver interesse acesse o material e entenda detalhadamente como deve ser a atuação profissional no tratamento da doença.

            Leia também: Como foi o avanço da tecnologia na medicina?

            Impacto do HPV na saúde da mulher

            Conhecer o câncer de colo de útero passa pela compreensão da atuação do HPV, o papilomavírus humano no processo.

            Estamos falando de um tipo de vírus majoritariamente transmitido em relações sexuais, mas que também pode ser transmitido por algumas outras vias, sobre as quais falaremos a seguir. 

            De acordo com dados divulgados pelo INCA, 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas.

            Isso sem contar que, entre 25% e 50% da população feminina e 50% da população masculina mundial já está infectada pelo HPV. 

            Os números assustam, mas é importante considerar que a maioria das infecções é transitória, ou seja, elas são combatidas pelo próprio sistema imune do portador.

            Logo, nem todas as infecções com HPV causam o aparecimento de verrugas, lesões ou câncer. 

            Como vimos ao longo deste artigo, apenas alguns tipos de HPV causam esses problemas, e o diagnóstico precoce das lesões pode evitar o avanço do problema, evitando a transformação de lesões em tumores.

            Entretanto, diante de números tão expressivos, a necessidade de vacinação para conter o contágio é indiscutível. 

            Outro ponto relevante é que a transmissão do vírus de uma pessoa para outra pode ocorrer mesmo com a ausência de lesões. 

            As chances do contágio são reduzidas se comparadas a possibilidade de transmissão quando há lesões ou verrugas, mas ainda é possível que aconteça. Por essa, e outras razões, o uso do preservativo para relações sexuais, se mantém indispensável em todos os momentos. 

            Mesmo não havendo cura para o vírus, existem diferentes tipos de tratamento para o aparecimento de verrugas e lesões. Quando realizados de forma adequada, estes sinais desaparecem, permitindo que a região afetada volte a aparência normal.

            Além do câncer de colo de útero, na lista de patologias associadas a evolução  de alguns tipos de HPV estão: 

            • Câncer de vagina, 
            • Câncer de vulva,
            • Câncer de ânus, 
            • Câncer de pênis, 
            • Câncer de orofaringe,
            • Câncer de boca.

            Quem pode tomar a vacina contra o HPV? 

            Atualmente, falar de HPV é falar da vacina que evita a infecção pelo vírus. 

            No Brasil, é possível tomar a vacina gratuitamente pelo SUS, desde que você faça parte do público-alvo da campanha que inclui:

            • Meninas com idade entre 9 e 14 anos,
            • Meninos entre 11 e 14 anos,
            • Pessoas portadoras de HIV e transplantados entre 9 e 26 anos (desde que estejam em acompanhamento médico).

            A faixa etária foi definida usando o critério de que grande parte desse público ainda não iniciou as atividades sexuais e, consequentemente, não foram expostos ao vírus. Isso aumenta a capacidade de proteção da vacina. 

            Vale lembrar que nem a vacina é capaz de eliminar o vírus em caso de contaminação antes da aplicação do imunizante. 

            Entretanto, você pode tomar a vacina mesmo tendo sido diagnosticado com HPV, afinal, ela pode proteger você dos outros tipos de vírus com os quais o seu organismo ainda não teve contato.  

            A vacinação gratuita é oferecida pelo Ministério da Saúde desde 2014 para meninas e desde 2017 para os meninos. 

            A vacina tetravalente é aplicada em três doses com intervalos de 0, 2 e 6 meses e protege contra os tipos 6, 11, 16 e 18 do HPV. 

            Se você não faz parte desse grupo, mas deseja tomar a vacina também é possível, para isso procure uma unidade de saúde particular, que aplique o imunizante. 

            Mesmo mulheres vacinadas devem continuar fazendo o exame de rastreamento de Papanicolaou, que também é oferecido pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde.

            Diante de todos os benefícios da vacina contra o HPV é necessário destacar que existem grupos que não devem aplicar o imunizante, entre eles:

            • Mulheres grávidas, 
            • Pessoas alérgicas a algum componente da vacina, 
            • Pessoas com sintomas como febre ou doença aguda, 
            • Pacientes com redução do número de plaquetas e problemas de coagulação sanguínea.

            Como ocorre o contágio do HPV?

            Nós já falamos do contágio por via sexual, entretanto, existe uma outra forma de transmissão do vírus, que pode ocorrer durante a gravidez ou parto. Mesmo sendo improvável, não é possível descartá-lo.

            Entretanto, é fundamental destacar que o próprio INCA afirma que o parto normal não é contra-indicado, mesmo em casos de mãe infectada, afinal, o desenvolvimento de lesões em bebês é muito raro. Além disso, é possível que ocorra a contaminação antes do parto, o que não seria impedido por uma cesária.

            Em situações como esta é fundamental que paciente e médico conversem e busquem a melhor alternativa para a situação em particular. 

            Quais os tratamentos para HPV?

            O tratamento para HPV está relacionado à eliminação de verrugas e lesões que podem aparecer como sintoma da infecção.  

            O INCA indica que o tratamento deve ser direcionado pelo médico responsável, e entre as opções de procedimentos que podem ser realizados estão:

            • laser, 
            • eletrocauterização, 
            • ácido tricloroacético (ATA),
            • medicamentos que melhoram o sistema de defesa do organismo.=, 
            • cremes e tomadas específicas, entre outros.

            A decisão será tomada de acordo com a quantidade, grau ou localização das lesões.

            Agora que você já conhece tudo sobre a campanha Março Lilás e tem informações importantes sobre HPV e câncer de colo de útero, é importante apoiar o movimento e compartilhar informações relevantes e verídicase sérias sobre prevenção, tratamentos e a importância do diagnóstico precoce. 

            Seja médico ou paciente, você também pode se engajar na luta contra o câncer de colo de útero. 

            Diagnóstico rápido e adesão ao tratamento salvam vidas!

            Ao longo deste artigo vimos a importância da realização de exames periódicos, do diagnóstico precoce e do tratamento certo para diminuir a incidência do câncer de colo de útero. O mês de março como um todo é dedicado a isso por meio da campanha Março Lilás . 

            E se a agilidade nos cuidados médicos é indispensável para a manutenção da saúde do seu paciente, você precisa de ferramentas que te ajudem a tornar o seu dia a dia mais eficiente.

            A plataforma da Memed tem como objetivo contribuir para a eficiência da rotina atribulada dos médicos, ao mesmo tempo que busca contribuir com a adesão ao tratamento por parte do paciente. 

            Um estudo feito pela Universidade de Dallas, no Texas (EUA) aponta que a adesão dos pacientes ao tratamento é maior quando a prescrição é feita por recursos digitais. 

            De fato, a não adesão aos tratamentos em pacientes era de 31,5%, quando recebiam receitas prescritas manualmente. Esse número cai para 15,2% quando falamos em receituários digitais. 

            Nesse sentido, além de tornar-se muito mais acessível e cômodo para o paciente receber a receita digital, diretamente em seu celular.

            A plataforma da Memed consegue aliar agilidade, facilidade e inteligência no seu dia a dia.

            Com a Memed você consegue  realizar prescrições de maneira muito mais ágil e inteligente, pois temos o catálogo de medicamentos mais robusto e atualizado do mercado, contando com mais de 60 mil ítens cadastrados, inclusive exames – já com código TUSS e SUS. 

            Somos uma plataforma 100% gratuita, agilizando assim, a sua rotina e facilitando o acompanhamento das orientações por parte do seu paciente. 

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            Referências

            BRASIL. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Coordenação de Prevenção e Vigilância. Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero. – 2. ed. rev. atual. – Rio de Janeiro: INCA, 2016.

            CONNOLLY, Dean; HUGHES, Xan; BERNER, Alison. Barriers and facilitators to cervical cancer screening among transgender men and non-binary people with a cervix: A systematic narrative review. Preventive Medicine, Volume 135, 2020.

            INTERNATIONAL AGENCY FOR RESEARCH ON CANCER (IARC). Cancer today. Lyon: WHO, 2020. Disponível em: https://gco.iarc.fr/today/home Acesso em: 03 maio 2021.

            INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA (INCA). Estimativa 2020: incidência do Câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2019. Disponível em: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//… Acesso em: 12 maio 2021.

            INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA (INCA). Detecção precoce do câncer. – Rio de Janeiro : INCA, 2021a.

            INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA (INCA). Atlas da mortalidade. Rio de Janeiro: INCA, 2021b. 1 base de dados. Disponível em: https://www.inca.gov.br/app/mortalidade Acesso em: 18 jan 2021.

            WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). National cancer control programmes: policies and managerial guidelines. 2.ed. Geneva: WHO, 2002b.

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