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            • Vírus do papiloma humano: sintomas, tratamento e quem vacinar?
            Publicado por Memed em 25 de setembro de 2023
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            • Doenças e Sintomas
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            vírus do papiloma humano

            A família do HPV, sigla para vírus do papiloma humano, é a principal causa de infecções no trato reprodutivo, sendo responsável também por vários tipos de câncer que acometem homens e mulheres.

            Segundo a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, alguns vírus da família são considerados de alto risco, ou seja, tem grande potencial de desenvolver câncer em humanos.

            Por isso, a prevenção por meio da imunização contra o HPV é estimulada, principalmente antes do início da atividade sexual.

            Quer entender melhor como o vírus do papiloma humano atua no organismo, os sintomas provocados, o tratamento e como e onde é feita a vacinação?

            Continue lendo o artigo e entenda tudo sobre o HPV.

            O que é o vírus do papiloma humano?

            O vírus do papiloma humano, ou HPV, é um agente infeccioso que tem a capacidade de infectar a pele e áreas de mucosas do corpo humano. Existem mais de 150 tipos conhecidos, dos quais 40 são responsáveis por infectar o sistema genital e 12 são classificados como ‘alto risco’ para o desenvolvimento de câncer. 

            De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), a predominância do vírus em mulheres na América Latina e no Caribe é de 16,1%, a segunda maior do mundo, ficando atrás da África (24%).

            Por ser uma infecção sexualmente transmissível, também afeta os homens. A taxa de incidência do HPV masculino é de 21%. O vírus é encontrado no pênis (18,7%), escroto (13,1%) e na região perianal (7,9%). 

            A contração e transmissão do HPV acontece durante a relação sexual ou contato sexual pele a pele com alguém que tem o vírus por meio de interação manual-genital, oral-genital ou genital-genital.

            Um detalhe importante sobre o vírus do papiloma humano é que ele pode ser transmitido mesmo quando o preservativo é usado. Além disso, o HPV é resistente e pode sobreviver em superfícies e objetos que tiveram contato com as áreas infectadas. 

            Cepas de alto risco

            As cepas HPV-16 e HPV-18 são as responsáveis por 70% dos casos de câncer cervicouterino (colo do útero), além de câncer no pênis, câncer anal, carcinoma orofaríngeo (parte da garganta logo atrás da boca) e cânceres da cabeça e do pescoço.

            Os tipos de HPV 31, 33, 45, 52 e 58 são outro grupo que juntos representam 15% dos cânceres cervicouterinos. 

            As variantes HPV-6 e o HPV-11 são classificados como primários de “baixo risco”, ou seja, não são cepas cancerígenas, mas causam verrugas anogenitais, um quadro tratável. 

            Além da exposição às cepas de alto risco, as mulheres podem se infectar com mais de um tipo de vírus do papiloma humano. Por isso, a prevenção e os cuidados durante e após a atividade sexual são importantes.

            Quais os sintomas do HPV no corpo?

            Os principais sintomas que indicam infecção pelo vírus do papiloma humano são a presença de verrugas na região anogenital (região genital e ânus) ou na parte interna da boca. Quando as verrugas se unem podem formar placas, que tem aparência semelhante à couve-flor, além de causar ardência e coceira.

            A infecção também pode ser assintomática, ou seja, o indivíduo não apresenta nenhum sintoma, o que aumenta a taxa de transmissão do vírus.

            De acordo com o Ministério da Saúde, o HPV pode demorar de dois a oito meses para se manifestar após a infecção. Por outro lado, uma pessoa pode ter o vírus no organismo por 20 anos sem apresentar nenhum sintoma. 

            As mulheres gestantes e pessoas com imunidade baixa são as que costumam demonstrar os sinais da infecção. 

            Outro fator importante é que as verrugas podem desaparecer por conta própria ou serem tão pequenas que não são identificadas a olho nu. Com isso, a pessoa acredita que não tem nenhum problema sério.

            Porém, existem 600 milhões de pessoas infectadas pelo vírus do papiloma humano no mundo e 80% da população sexualmente ativa já teve contato com o vírus em algum momento da vida, segundo dados da International Federation of Gynecology & Obstetrics (FIGO).

            Como é feito o tratamento do HPV?

            O tratamento do HPV é feito de forma individualizada, considerando os sinais que o paciente apresenta, como localização, quantidade e tamanho das verrugas anogenitais.

            O protocolo pode incluir tanto a aplicação de medicamentos em casa quanto idas aos postos de saúde para realização de procedimentos (eletrocauterização, aplicação de ácido tricloroacético (ATA), crioterapia, entre outros).

            O tratamento não elimina o vírus do corpo, portanto, as pessoas com vírus do papiloma humano devem monitorar os sinais e procurar um profissional de saúde, caso apresente novas lesões.

            Vacina contra HPV

            A vacina do HPV funciona como um tratamento preventivo, pois protege o organismo das cepas de alto risco que podem causar câncer de colo de útero e outras lesões pré-cancerosas.

            Em 2014, o governo federal começou a vacinação no Brasil, que é feita de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS). Os imunizantes também estão disponíveis na rede privada de vacinação.

            Atualmente, existem duas vacinas com diferentes características aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa):

            • vacina quadrivalente recombinante contra o HPV tipos 6, 11, 16 e 18; 
            • vacina bivalente contra o HPV oncogênico (cancerígenos) tipos 16 e 18.

            As vacinas contra o vírus do papiloma humano provocam uma resposta imunológica alta, além de diminuírem a incidência, a prevalência e a persistência viral.

            Quem precisa tomar a vacina contra HPV? 

            A vacina contra o vírus do papiloma humano pode ser aplicada em meninas e meninos, de preferência, antes de iniciarem a vida sexual. Por isso, no SUS, a vacinação está disponível para ambos os sexos na faixa dos 9 a 14 anos. A vacina é aplicada do esquema de duas doses com intervalo de 0 e 6 a 12 meses.

            Outro grupo que pode tomar a vacina na rede pública gratuitamente são mulheres e homens de 9 e 26 anos com HIV ou imunossupressão por transplante ou tratamento oncológico.

            O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações.

            Proteção começa desde cedo

            A prevenção do HPV é um cuidado importante que os pais devem ter em relação à saúde dos filhos para garantir que eles se protejam por meio da vacinação contra todas as doenças transmissíveis possíveis.

            O SUS garante o acesso às vacinas de forma gratuita e, por isso, é importante se informar e não pular nenhum tipo e seguir o cronograma de doses para imunização total.

            Informe-se com seu médico de confiança e atualize a caderneta de vacinação do seu filho ou filha. 

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