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            • Como funcionam os tratamentos para DPOC? Descubra!
            Publicado por Memed em 28 de dezembro de 2022
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            • Médicos
            Tratamento DPOC

            O principal objetivo do tratamento da DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica) é controlar o desenvolvimento da doença, aliviar os sintomas e diminuir as complicações. 

            Felizmente, a medicina evoluiu em relação a essa enfermidade e, atualmente, há várias formas de ajudar o paciente que foi diagnosticado com a doença. 

            Neste artigo, você saberá tudo sobre DPOC, desde os principais tipos, sinais e recomendações de tratamento. 

            Então, não perca mais tempo. Continue a leitura e tire todas as suas dúvidas! 

            Leia mais: Afinal, como prescrever canabidiol? Veja o passo a passo!

            O que é DPOC? 

            A DPOC é uma condição inflamatória dos pulmões provocada por doenças respiratórias (bronquite crônica ou enfisema pulmonar, por exemplo). Ela bloqueia os brônquios ou bronquíolos, prejudicando o fluxo de ar e a respiração.

            No início da enfermidade, a falta de ar ocorre somente em casos de esforço físico excessivo. Já em diagnósticos mais avançados, o sintoma é comum mesmo quando o indivíduo está em mínimos esforços, como trocar de roupa, se alimentar etc. Aliás, tal desconforto pode ocorrer em repouso. 

            Além do cansaço, a tosse e o catarro são os sintomas habituais nesses pacientes. 

            Dentre os grupos de risco de DPOC, encontram-se os idosos, fumantes e ex-tabagistas, sendo mais comum em homens com mais de 40 anos. 

            Apesar de ser algo raro, a enfermidade também pode afetar indivíduos que ficaram expostos durante muito tempo à fumaça causada por lenha, carvão vegetal etc.

            >>> Quer entender mais detalhes sobre a doença? Dê o play abaixo e veja a animação feita pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT):

            Quais são os tipos de DPOC? 

            A DPOC pode ser dividida em 4 estágios, do mais leve ao mais grave. Para essa análise, é necessária a realização do exame espirometria, a fim de avaliar a saúde pulmonar. 

            1. Estágio 1 ou DPOC leve: VEF1/CVF <70%; VEF1 pós-broncodilatador maior ou igual a 80% do normal previsto, com ou sem sintomas crônicos.
            2. Estágio 2 ou DPOC moderada: VEF1/CVF <70%; VEF1 pós-broncodilatador maior ou igual a 50% e menor que 80% do normal previsto, com ou sem sintomas crônicos.
            3. Estágio 3 ou DPOC grave: VEF1/CVF <70%; VEF1 pós-broncodilatador maior ou igual a 30% e menor que 50% do normal previsto, com ou sem sintomas crônicos.
            4. Estágio 4 ou DPOC muito grave: VEF1/CVF <70%; VEF1 pós-broncodilatador menor que 30% do normal previsto, VEF1 pós-broncodilatador menor que 50% do normal previsto associada a insuficiência respiratória crônica (PaO2< 60 mmHg em ar ambiente e no nível do mar).

            Quais são as principais causas da doença? 

            A enfermidade é diagnosticada quando os brônquios ou bronquíolos dos pulmões ficam inflamados e se fecham, prejudicando a passagem de ar e a respiração.

             As principais causas da doença são: 

            • tabagismo;
            • asma (doença que acomete os pulmões, acompanhada de uma inflamação crônica dos brônquios);
            • bronquite crônica (irritação ou inflamação da mucosa brônquica de forma continuada);
            • alterações genéticas nos pulmões.

            Há alguns fatores de risco que podem potencializar as chances de uma pessoa contrair a doença, como o contato prolongado com: poeira, produtos químicos, fumaça do fogão a lenha etc.

            Quais são os principais sintomas? 

            As manifestações da doença variam de acordo com o desenvolvimento da enfermidade. 

            DPOC precoce

            A tosse com expectoração de catarro transparente é um dos sintomas mais comuns nesta fase, especialmente em indivíduos entre 40 ou 50 anos. 

            Essa condição é mais intensa logo quando o paciente se levanta da cama pela manhã, podendo se prolongar durante todo o dia. 

            Já a falta de ar é comum quando o indivíduo faz algum esforço. Em alguns casos, isso acontece apenas quando o paciente tem uma infeção pulmonar (geralmente bronquite), fase em que apresenta tosse intensa e há um aumento na quantidade de catarro. 

            Em paralelo, deve-se observar a dificuldade para respirar e a tosse seca no dia a dia.

            Geralmente, algumas pessoas pensam que a má condição física está associada ao envelhecimento, prejudicando o diagnóstico da doença. 

            Progressão da DPOC

            Nos indivíduos fumantes, a pneumonia e as outras infecções pulmonares ocorrem com mais intensidade. 

            Em alguns pacientes, as infecções podem causar falta de ar preocupante, mesmo quando o indivíduo estiver de repouso, podendo exigir a hospitalização.  

            Os sinais e sintomas começam a afetar atividades do dia a dia, como ir ao banheiro, lavar-se, vestir-se e ter relacionamentos sexuais, mesmo em situações em que o paciente se recupera de uma infecção pulmonar. 

            Há ainda os indivíduos que apresentam perda de peso grave, embora ela não seja clara e pode variar de pessoa para pessoa. 

            Por fim, a dor de cabeça matinal também é um dos sintomas, porque a respiração diminui ao longo do sono, o que provoca mais retenção de dióxido de carbono e menos níveis de oxigênio no sangue.

            À medida em que a doença avança, alguns pacientes, principalmente aqueles que têm enfisema (doença degenerativa que se desenvolve após muitos anos de agressão aos tecidos, devido ao uso de cigarro, exposição à toxinas presentes no ar etc.) desenvolvem padrões respiratórios irregulares:

            • indivíduos que respiram por meio de lábios franzidos; 
            • pacientes consideram que é melhor ficar diante de uma mesa com seus braços estendidos e apoiar seu peso nas palmas das mãos ou cotovelos. Assim, melhora a função de determinados músculos respiratórios.  

            Com o avanço da doença, muitos pacientes apresentam tórax em tambor, uma vez que o tamanho dos pulmões expandem devido ao ar aprisionado.

            Já os baixos níveis de oxigênio no sangue são responsáveis por trazer uma coloração azul para a pele (cianose). 

            Também há casos em que áreas frágeis nos pulmões podem se romper, fazendo com que o ar dos pulmões escape para o espaço pleural (pneumotórax). 

            Nesse contexto, o paciente sofre com dor súbita e falta de ar, sendo necessária a intervenção imediata de um médico para retirar o ar do espaço pleural.

            Crise de DPOC 

            Trata-se de um agravamento de sintomas, que causa tosse, aumento da produção de catarro e falta de ar. Outra manifestação bastante comum é a cor do catarro que muda para amarelo ou verde, o que pode sinalizar uma infecção.  

            A falta de ar é um sintoma preocupante, inclusive quando o paciente está em repouso, o que pode exigir a hospitalização. 

            Os indivíduos com quadros mais avançados devem evitar a poluição intensa do ar, alérgenos comuns e infecções virais ou bacterianas, uma vez que elas provocam crises.

            Nessa situação, o indivíduo pode desenvolver um quadro clínico que provoca risco à vida (insuficiência respiratória aguda, por exemplo). 

            Dentre os principais sintomas da falta de ar, encontram-se: 

            • ansiedade grave (preocupação excessiva ou expectativa apreensiva);
            • sudorese (suor em excesso);
            • cianose (coloração azul ou arroxeada da pele);
            • confusão (incapacidade de pensar com clareza e agilidade).

            Leia mais:

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            Quais são as complicações da DPOC? 

            Uma das complicações mais comuns é a eritrocitose (aumento absoluto da massa de glóbulos vermelhos), que provoca fraqueza, cansaço, dor de cabeça, tonturas e falta de ar. 

            A ausência de um tratamento adequado também pode provocar constrição dos vasos sanguíneos. 

            Trata-se de uma condição que leva sangue do lado direito do coração para os pulmões, expandindo, assim, a pressão nestes vasos.

            Como resultado, o paciente pode ter insuficiência do lado direito do coração (cor pulmonar) e inchaço nas pernas (desenvolvido em indivíduos com insuficiência cardíaca direita).

            Outra complicação da doença são os níveis altos de dióxido de carbono, que tornam o sangue acídico (também chamado de acidose respiratória). 

            Nessas situações, os pacientes ficam sonolentos e podem entrar em coma e, caso o problema não for solucionado, vir a óbito. 

            A DPOC ainda pode apresentar outras complicações, como: 

            • anormalidades no ritmo cardíaco (arritmias);
            • câncer de pulmão;
            • osteoporose;
            • depressão;
            • doença arterial coronariana;
            • desgaste muscular (atrofia);
            • refluxo gastroesofágico.

            Como é feito o diagnóstico da doença? 

            O médico analisa os sinais e sintomas do paciente, bem como a história de saúde do indivíduo. Também solicita alguns exames físicos, verifica a pressão arterial e ausculta o coração e os pulmões.

            Além disso, pode ser necessário fazer alguns exames complementares para o diagnóstico, como: raio-x do tórax; tomografia computadorizada; exames de sangue como gasometria arterial para avaliar os níveis de acidez na corrente sanguínea.

            Já a espirometria ajuda a apontar o nível de obstrução das vias respiratórias, assim como a quantidade de ar que o indivíduo tem capacidade para respirar.

            Apesar do foco desses exames voltado para confirmar o diagnóstico da DPOC, eles podem ser utilizados para descobrir outras enfermidades que causam essas manifestações, como asma ou insuficiência cardíaca.

            Exames durante as crises de DPOC 

            Quando os pacientes apresentam um nível avançado da doença, o médico opta por  medições dos gases no sangue para definir a quantidade de oxigênio e dióxido de carbono no sangue do indivíduo, via exame de gasometria. 

            Também é possível fazer uma radiografia do tórax para identificar evidências de infecção pulmonar. 

            Caso suspeite de uma infecção pulmonar e a DPOC for grave, o mais indicado é fazer exames adicionais para descobrir se há algum vírus ou bactéria provocando a crise, para, então, dar seguimento adequado ao tratamento. 

            Por que o diagnóstico é tão difícil?

            O desafio está no fato de que os pacientes têm dificuldades para interpretar os sintomas como uma doença. 

            “Muitos idosos atribuem o cansaço e falta de ar ao envelhecimento, não reconhecendo que estão, na verdade, doentes”, explica o diretor científico da SBPT (Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia), o médico pneumologista José Antônio Baddini Martinez, em entrevista ao G1. 

            “O mesmo acontece com fumantes, que atribuem a tosse e o pigarro aos cigarros, mas não à doença provocada pelos cigarros. Eles acreditam que, quando pararem de fumar, tudo vai voltar ao normal, o que não é verdade”, destaca Martinez.

            O diretor também afirma que “muitas cidades não têm acesso ao exame que identifica a DPOC, que é o exame de espirometria, também chamado de prova de função pulmonar, o que dificulta ainda mais o diagnóstico dessa doença no Brasil”.

            Para facilitar o diagnóstico da doença, a Global Initiative for Chronic Obstructive Pulmonar Disease (GOLD), uma organização internacional dedicada à conscientização da DPOC, recomenda o questionário listado abaixo.

            • Você tosse várias vezes na maioria dos dias?
            • Você tem catarro ou muco na maioria dos dias?
            • Você fica sem fôlego mais facilmente do que outras pessoas da sua idade?
            • Você tem mais de 40 anos?
            • Você é fumante ou ex-fumante?

            DPOC tem cura? 

            De acordo com o Ministério da Saúde (MS), a doença não tem cura. Apesar disso, os tratamentos visam controlar o desenvolvimento da doença e aliviar os sintomas. 

            “É fundamental consultar um médico pneumologista para diagnóstico e tratamento adequados. A fisioterapia e os exercícios físicos com orientação profissional adequada de um fisioterapeuta também são aliados do paciente”, destaca o Ministério da Saúde.

            Como é feito o tratamento? Conheça 7 tratamentos! 

            1- Parar de fumar 

            É a recomendação mais importante para o tratamento da DPOC. Quando a doença é leve ou moderada, essa mudança diminui a tosse, a quantidade de catarro e retarda o desenvolvimento de falta de ar.

            As visitas regulares aos grupos e sessões de apoio, bem como a reposição de nicotina (mascar chiclete de nicotina, usar um adesivo de nicotina na pele ou usar um inalador de nicotina, pastilhas de nicotina ou spray nasal de nicotina) são ótimas ações para parar de fumar. 

            Há ainda outros fármacos que ajudam a parar de fumar, como vareniclina e bupropiona.

            Além disso, o paciente deve evitar o contato com outras substâncias irritantes no ar, como o fumo passivo e a poluição.

            2- Manter a carteira de vacinação atualizada 

            O indivíduo que contrai influenza ou pneumonia pode apresentar quadros avançados da enfermidade. 

            Portanto, qualquer pessoa com a doença deve se vacinar contra a influenza anualmente. Essa imunização pode ser encontrada nas campanhas anuais no SUS disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde e nas clínicas privadas de vacinação.

            A vacinação contra a Covid-19 também contribui para o tratamento. 

            3- Optar por uma alimentação balanceada e nutritiva 

            Como a doença pode provocar perda de peso grave, os pacientes devem ser encaminhados para um nutricionista. Dessa forma, o profissional desenvolve um cardápio de acordo com as necessidades de cada pessoa. 

            4- Uso de antibióticos 

            O uso de antibióticos é prescrito para o paciente quando ele está diante de uma crise da doença. 

            Há uma série de fármacos que ajudam no tratamento: 

            • trimetoprima/sulfametoxazol;
            • doxiciclina;
            • amoxicilina/clavulanato;
            • ampicilina. 

            Já os antibióticos, como azitromicina, claritromicina e levofloxacino são prescritos, em grande parte dos casos, para os seguintes pacientes:

            • pessoas com infecções pulmonares mais graves;
            • pessoas em que os tratamentos antigos não surtiram efeitos;
            • pessoas com sintomas graves;
            • pessoas em risco de infecção com organismos que não são suscetíveis de serem eliminados pelos medicamentos antigos (bactérias resistentes).

            Dica bônus: a Memed+ tem todos os medicamentos que você precisa para sua saúde. Confira os fármacos disponíveis em nosso site! 

            5- Prescrição de medicamentos anticolinérgicos 

            Os anticolinérgicos e os beta-adrenérgicos são prescritos para relaxar os músculos ao redor dos bronquíolos. Veja:

            • medicamentos anticolinérgicos: incluem ipratrópio, umeclidínio, aclidínio, revefenacina e tiotrópio;
            • medicamentos beta-adrenérgicos: albuterol, salmeterol, formoterol, arformoterol, vilanterol, olodaterol e indacaterol.

            6- Oxigenoterapia 

            Alguns pacientes necessitam de oxigênio extra para manter um nível adequado no sangue. 

            Apesar da terapia em tempo integral ser a melhor solução, o uso de oxigênio por 12 horas por dia é capaz de:

            • diminuir o excesso de hemácias provocadas por níveis baixos de oxigênio no sangue;
            • contribuir para o alívio da cor pulmonar;
            • reduzir a falta de ar durante a atividade física. 

            7- Exercícios físicos 

            O médico também pode recomendar alguns exercícios físicos, como andar de bicicleta ergométrica, subir escadas e musculação. O uso do oxigênio também pode ser indicado durante a atividade. 

            Há técnicas, inclusive, que ajudam a reduzir a falta de ar durante o esporte e em outras atividades simples do dia a dia, como cozinhar, ter passatempos e relações sexuais. 

            Agora que você já sabe as principais informações sobre tratamento da DPOC, nunca é demais lembrar sobre a importância consultar um médico para que ele avalie sua saúde e indique outras orientações para o dia a dia. 

            E, nesse momento importante, priorize consultórios que trabalham com tecnologias modernas, como a Memed. Dessa forma, você terá mais segurança, praticidade e sigilo.

            Com a Memed, o médico envia sua prescrição digital por SMS e, além de ser mais segura e precisa para a apresentação ao farmacêutico, você economiza comprando os medicamentos diretamente no celular. Visite nosso site e conheça todos os detalhes. 

            As informações contidas nesse texto foram retiradas da literatura médica e de sites que discutem questões de saúde. Eles não representam a opinião da Memed e também não devem ser usados para diagnóstico. Em qualquer situação, procure seu médico para que ele possa te passar as orientações corretas para o seu caso específico.

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