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            • IST: Quais são as mais comuns e como descobrir infecção?
            Publicado por Memed em 29 de agosto de 2022
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            Desde novembro de 2016, o Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais usa a nomenclatura IST(Infecções Sexualmente Transmissíveis) em substituição a DST(Doenças Sexualmente Transmissíveis).

            O novo termo faz parte das atualizações do regimento estrutural do Ministério da Saúde por meio do Decreto nº 8.901/2016 e publicada no Diário Oficial da União em 11.11.2016, Seção I, páginas 03 a 17.

            A palavra ‘doença’ está relacionada a sintomas e sinais visíveis no organismo de uma pessoa. Já ‘infecções’, está associada à possibilidade do indivíduo ter e transmitir uma enfermidade, mesmo não apresentando sinais e sintomas.

            A nomenclatura IST é a mais correta e é utilizada, inclusive, pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Neste artigo, explicaremos as principais informações sobre essas infecções. Para isso, cobrimos os seguintes tópicos. 

            • O que são IST? 
            • Quais são os sintomas das IST? 
            • Quais são as IST mais comuns?
            • Como é feito o teste de IST? 
            • Exames para IST: quais são solicitados? 
            • Quando fazer os testes de IST? 

            Boa leitura! 

            Leia mais também em: o que é intoxicação medicamentosa e como identificar?

            O que são IST? 

            Infecções Sexualmente Transmissíveis. Elas são provocadas por mais de 30 agentes etiológicos, podendo ser bactérias, vírus, fungos e protozoários, sendo transmitidas, de forma predominante, por relação sexual. Esse processo também pode ocorrer da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação e, em alguns casos, por contato sanguíneo. 

            Quais são os sintomas das IST? 

            As IST podem se manifestar por meio de vários sintomas. 

            • Feridas;
            • Corrimentos;
            • Verrugas anogenitais;
            • Dor pélvica;
            • Ardência ao urinar;
            • Lesões de pele.

            Geralmente, as IST surgem no órgão genital, mas podem estar presentes em outras regiões do corpo, como palma das mãos, olhos e língua.

            Você deve observar o corpo com cuidado durante a higiene pessoal. Dessa forma, é possível descobrir uma IST alguns dos sintomas citados acima. Em caso positivo, recomenda-se procurar o serviço de saúde, independentemente do período em que ocorreu a sua última relação sexual. Além disso, lembre-se de informar ao parceiro sobre os sinais. 

            As manifestações clínicas mais frequentes das IST são: corrimentos, feridas e verrugas anogenitais.

            Corrimentos

            • Aparecem no pênis, vagina ou ânus.
            • Podem ser esbranquiçados, esverdeados ou amarelados, dependendo da IST.
            • Podem ter cheiro forte e/ou causar coceira.
            • Provocam dor ao urinar ou durante a relação sexual.
            • Nas mulheres, quando é pouco, o corrimento só pode ser identificado em exames ginecológicos.
            • Podem se manifestar na gonorreia, clamídia e tricomoníase.

            O corrimento vaginal é uma manifestação bastante frequente e existem diversas causas desse sintoma que não são classificadas como IST, como a vaginose bacteriana e a candidíase vaginal.

            Feridas

            As feridas surgem nos órgãos genitais ou em qualquer região do corpo, podendo apresentar dores. Os tipos de lesões podem se manifestar de várias formas, como vesículas, úlceras e manchas, entre outros.

            Verrugas anogenitais

            Já as verrugas anogenitais são provocadas pelo Papilomavírus Humano (HPV) e podem se manifestar em quantidade, tamanho e formatos diversos, mas podem agrupar-se e ganhar um aspecto parecido com o de uma couve-flor. De forma geral, não causa dor, mas pode incomodar o paciente com irritação ou coceira. 

            Quais são as IST mais comuns?

            Aids, Sífilis e HPV são algumas das infecções mais comuns. Conheça abaixo as características de cada uma, formas de prevenção, diagnóstico, entre outras questões. 

            Sida/Aids (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida)

            Trata-se de uma enfermidade provocada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) que atinge especialmente as células de defesa do organismo. Assim, outros vírus, fungos, bactérias ou protozoários conseguem atacar o sistema imunológico e se estabelecer no organismo, podendo levar outras doenças ao paciente e até mesmo ao óbito.  A transmissão do HIV ocorre por meio da relação sexual e pelo compartilhamento de objetos perfuro cortantes contaminados, como alicates e agulhas de seringas, por via placentária ou durante a amamentação de uma mãe soropositiva sem tratamento

            Existem vários grupos de risco da doença. Veja abaixo!

            • Os homens que mantêm relações homossexuais. Isso porque, a mucosa do intestino, inclusive o reto, contém receptores para o vírus; 
            • Pacientes transfundidos com sangue e derivados contaminados;
            • Usuários de drogas por via venosa que fazem uso em grupo, como heroína e cocaína; 
            • Parceiros sexuais dos pacientes contaminados por HIV positivo; 
            • As crianças que nascem de mães infectadas.

            É importante destacar que as mulheres, mesmo não sendo transmissoras eficientes do vírus, podem contaminar os parceiros, porém são receptoras naturais do esperma contaminado. 

            O período de incubação nem sempre é o mesmo em todos os casos. Ele pode variar entre algumas semanas a alguns meses. Tudo dependerá da forma de contaminação. 

            Após esse período, o paciente pode sofrer com diversos tipos de sintomas. 

            • Gripe;
            • Febre;
            • Diarreia;
            • Aumento de gânglios;
            • Infecções de garganta;
            • Fígado e baço aumentados;
            • Meningites. 

            Após trinta dias, surgem os anticorpos contra o HIV e a pessoa infectada não apresenta sintomas, embora seja contaminante, por vários anos, até que elementos externos (viroses e outras causas) reduzem a sua resistência, abrindo caminho para as infecções oportunistas. 

            Essa síndrome traz vários sintomas. Dentre os mais comuns, encontram-se: febre elevada e contínua, diarréias intermitentes e prolongadas, emagrecimento acentuado e o surgimento de outras infecções. A candidíase oral (sapinho na boca) é a mais comum entre os pacientes. 

            O tratamento da doença tem como objetivo garantir o bem-estar do paciente, o controle da multiplicação do vírus, além de acompanhar o surgimento das infecções oportunistas e as neoplasias.

            Até junho de 2022, não foi registrado nenhum medicamento que elimine o HIV. Para evitar o contágio da doença, existem algumas formas de prevenção. 

            • Uso de preservativos (camisinha) em todas as relações sexuais; 
            • Redução do número de parceiros sexuais; 
            • Fazer o teste de HIV sempre que houver relação sexual sem preservativo, compartilhamento de agulhas ou contato direto com sangue contaminado;
            • Usar seringas e agulhas esterilizadas ou descartáveis individuais para quem é dependente de drogas injetáveis. 

            De acordo com dados do Governo Federal, foram diagnosticadas 29.917 pessoas com Sida/Aids (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida), em 2020. Desses, 21.200 eram homens e 8.711. Já em 2021, o total de infectados foi de 13.501, sendo 9.705 homens e 3.789. Apesar da redução do número de casos é fundamental seguir as formas de prevenção para não ser contaminado. 

            Sífilis

            A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST). Ela é curável e provocada pela bactéria Treponema pallidum. A enfermidade pode causar diversos sintomas e apresentar vários estágios (sífilis primária, secundária, latente e terciária). Geralmente, a transmissão é mais frequente no primeiro e segundo estágio da doença. 

            A forma de transmissão da Sífilis é semelhante da Sida/Aids (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida): relação sexual sem camisinha com um paciente infectado. Esse processo também pode ocorrer com a criança durante a gestação ou parto. 

            Nas sífilis primária, o paciente apresenta uma ferida na região de entrada da bactéria (pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus, boca, ou outros locais da pele). Ela fica visível entre 10 e 90 dias depois da transmissão. Essa lesão tem alta concentração de bactérias e é denominada de “cancro duro”.

            Em grande parte dos casos, a lesão não traz dores, não coça, não arde e não apresenta pus. A sífilis causa também ínguas (caroços) na virilha. Independentemente do tratamento, a lesão desaparece de forma natural. 

            Já na sífilis secundária, os sintomas surgem entre seis semanas e seis meses do aparecimento da cicatrização da ferida inicial. O paciente pode apresentar manchas no corpo, que desaparecem em algumas semanas. Esse estágio da doença traz sintomas como febre, mal-estar, dor de cabeça, ínguas pelo corpo.

            A sífilis latente representa a fase assintomática. Ela não tem sinais ou sintomas. A patologia é dividida em latente recente e latente tardia.

            • Latente recente: até um ano de infecção;
            • Latente tardia: mais de um ano de infecção.

            Não há um limite definido para a duração dessa fase, que pode ser interrompida pelo aparecimento de sinais e sintomas de maneira secundária ou terciária. 

            Por fim, a sífilis terciária pode dar os primeiros sinais no paciente entre 1 e 40 anos depois do início da infecção. Os sinais mais comuns são: lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares e neurológicas, podendo levar o indivíduo a óbito. 

            O Ministério da Saúde registrou 64.301 casos de sífilis no Brasil, em 2021. Desses, 40.360 eram homens e 23.815 eram mulheres. 

            HPV 

            O HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é um vírus que atinge a pele ou mucosas (oral, genital ou anal) dos indivíduos, causando verrugas anogenitais (na região genital e ânus) e câncer. Os sintomas dependem do tipo de vírus. 

            A principal forma de transmissão da enfermidade é por meio da relação sexual, podendo ser contato oral-genital, genital-genital ou mesmo manual-genital. Isso significa que o contágio com o HPV pode ocorrer mesmo se não houver penetração vaginal ou anal. Os bebês também podem ser afetados durante o parto. 

            Em alguns casos, a doença não apresenta manifestações durante meses a anos. A redução da resistência do organismo pode provocar a multiplicação do HPV e esse fenômeno ser responsável pelo surgimento de várias lesões. Grande parte das infecções em mulheres, especialmente em adolescentes, são solucionadas de forma espontânea, pelo próprio organismo, em um período de até 24 meses. 

            Os primeiros sinais da infecção pelo HPV aparecem entre dois a oito meses, mas podem demorar até 20 anos para o paciente identificar algum tipo de sinal. Quem tem baixa imunidade e as gestantes conseguem identificar as manifestações com mais facilidade.  

            O Ministério da Saúde lista quais são os sinais mais comuns dos pacientes com HPV.

            • Lesões clínicas: apresentam-se como verrugas na região genital e no ânus (conhecidas tecnicamente como condilomas acuminados e popularmente conhecidas como “crista de galo”, “figueira” ou “cavalo de crista”). Podem ser únicas ou múltiplas, de tamanho variável, achatadas ou papulosas (elevadas e sólidas). Em geral, são assintomáticas, mas pode haver coceira no local. Essas verrugas, normalmente, são causadas por tipos de HPV não cancerígenos.
            • Lesões subclínicas (não visíveis ao olho nu): podem ser encontradas nas mesmas regiões das lesões clínicas e não apresentam sinais/sintomas. As lesões subclínicas podem ser provocadas por tipos de HPV de baixo e de alto risco para o desenvolvimento de câncer.
            • Podem atingir vulva, vagina, colo do útero, região perianal, ânus, pênis (geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana. 

            A vacinação contra o HPV é a forma mais indicada para se prevenir contra a infecção. Ela é gratuita e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ela é recomendada para os seguintes casos abaixo. 

            • Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos;
            • Homens que vivem com HIV, transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 26 anos;
            • Mulheres que vivem com HIV, transplantadas de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos.   

            É fundamental deixar claro que a vacina não é classificada como um tratamento. Ela não oferece eficácia contra infecções ou lesões por HPV que já foram identificadas em pacientes. Além disso, essa solução não previne infecções por todos os tipos de HPV. Porém, ela é indicada para os tipos mais comuns: 6, 11, 16 e 18.

            Gonorreia e clamídia

            As IST são provocadas por bactérias (Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis, respectivamente). Em grande parte dos casos estão relacionadas, atingindo os órgãos genitais, a garganta e os olhos. 

            Essas infecções causam corrimento vaginal com dor no baixo ventre na mulher. Já os homens, sofrem com corrimento no pênis e dor ao urinar. Porém, é comum que as infecções provocadas por essas bactérias sejam assintomáticas em grande parte dos diagnósticos. 

            A ausência de manifestações faz com que as mulheres não busquem tratamento para essas infecções, o que pode agravar o quadro quando não são tratadas corretamente. As complicações mais comuns são:  Doença Inflamatória Pélvica (DIP), infertilidade (dificuldade para ter filhos), dor durante as relações sexuais, gravidez nas trompas, entre outros danos à saúde.

            A forma de transmissão também é sexual, e a camisinha tanto a masculina quanto a feminina são as melhores maneiras de se proteger contra a doença. 

            Veja abaixo quais são os sinais e sintomas mais comuns. 

            • Dor ao urinar ou no baixo ventre (pé da barriga), corrimento amarelado ou claro, fora da época da menstruação, dor ou sangramento durante a relação sexual. 
            • Os homens podem se queixar de ardor e esquentamento ao urinar, podendo haver corrimento ou pus, além de dor nos testículos.

            Se você identificar um ou mais sintomas acima, o mais indicado é buscar auxílio de um serviço de saúde. Dessa forma, poderá chegar ao diagnóstico certo e iniciar o tratamento com o antibiótico correto. Vale destacar que os parceiros sexuais também devem ser tratadas, mesmo que elas não apresentem manifestações. 

            Leia mais também em: 

            • Qual a relação entre qualidade de vida e saúde? Saiba se uma depende da outra
            • Quando iniciar o pré-natal? Qual é a importância para a saúde da mulher e do bebê?
            • Quais os tipos de hepatite e seus sintomas?

            Como é feito o teste de IST? 

            A investigação de uma suspeita de IST inicia-se por meio da anamnese, da descoberta das diferentes vulnerabilidades e do exame físico do paciente. Se houver alguma suspeita de feridas na região genital, ínguas na virilha, dor pélvica ou corrimento) ou relação sexual desprotegida, busque auxílio em um posto de saúde mais próximo. 

            O profissional da saúde é responsável por fazer o exame físico e, quando recomendado, a coleta de material biológico para aplicação de testes laboratoriais ou rápidos. É fundamental deixar claro que, mesmo quando não há sinais e sintomas, as IST podem ser diagnosticadas e até transmitidas pelo indivíduo. 

            Testes rápidos 

            O Ministério da Saúde faz a distribuição aos serviços de saúde do SUS para os testes rápidos de HIV, sífilis e hepatites B e C. Basta procurar uma unidade básica de saúde da rede pública ou os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA). Veja aqui a lista completa de CTA. 

            Você também pode descobrir o local mais adequado para fazer o teste pelo Disque Saúde (136).

            Uma das principais vantagens dos testes rápidos é que a leitura e interpretação dos resultados são finalizadas em, no máximo, 30 minutos. Podem ser executadas com o auxílio de amostras de sangue total. A coleta é feita por punção digital ou punção venosa. As amostras de soro, plasma e fluido oral também são bem-vindas. 

            Se houver TR (testes rápidos) positivos (reagentes), uma amostra de sangue é coletada e conduzida para aplicação de um teste laboratorial. Isso é importante para confirmar o diagnóstico. 

            Para as gestantes, devido às chances de transmissão ao feto, o tratamento deve iniciar imediatamente, sem ser necessário esperar o resultado do segundo teste.

            Gestantes 

            Os testes de HIV, de sífilis e da hepatite B devem ser feitos pelas gestantes e seus parceiros sexuais ainda no pré-natal. Isso porque, todas essas patologias podem ser transmitidas para o bebê. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, melhor serão os resultados dos procedimentos de prevenção da transmissão vertical

            Exames para IST: quais são solicitados?

            Cada IST apresenta a sua particularidade. Por isso, nem sempre os médicos solicitam os mesmos exames para descobrir as enfermidades. Veja abaixo os tipos mais comuns de análises. 

            • AIDS: exame de sangue (sorologia) e o teste rápido (que coleta saliva ou uma gota de sangue do dedo);
            • Herpes genital: exames de sangue (sorologia);
            • Hepatite B: exames de sangue (sorologia) e o teste rápido;
            • HPV: exame clínico dermatológico, ginecológico ou urológico;
            • Gonorreia: análise do corrimento – o profissional da saúde coleta esse material na uretra do homem, enquanto nas mulheres o processo é feito no colo do útero;
            • Sífilis: o diagnóstico pode ser feito por meio de dados clínicos ou coleta de material da úlcera (lesão aberta). O médico também pode solicitar exame de sangue (sorologia não treponêmica e treponêmica): VDRL (ou RPR) e FTA-ABS (ou TPHA).

            Quando fazer os testes de IST? 

            Veja abaixo quais são os períodos mais indicados para fazer testes de IST.

            • HIV: o teste deve ser feito principalmente se você teve alguma relação sexual desprotegida. O autoteste também está disponível nas farmácias. Trata-se de um procedimento no qual o indivíduo coleta a sua própria amostra (fluido oral ou sangue) em sua residência. Depois, o teste interpreta o resultado de forma autônoma; 
            • Sífilis: o exame deve ser aplicado de forma regular, especialmente, se você fez sexo sem proteção;
            • Gonorreia: gestantes ou mulheres que desejam engravidar, além de indivíduos que têm vida sexual ativa; 
            • HPV: mulheres com idade entre 30 – 65 anos – grupo de risco;
            • Hepatite B e C: o exame é indicado quando a pessoa praticou sexo desprotegido ou compartilhos alguns materias com outros indivíduos, como: seringas, agulhas, lâminas de barbear, alicates de unha, além de itens que furam ou cortam.

            Agora que você já sabe quais são as principais informações sobre as IST, nunca é demais lembrar sobre a importância de fazer consultas regularmente para avaliar como está a sua saúde. E, na hora desse momento importante, priorize consultórios que trabalham com tecnologias modernas, como a Memed. Dessa forma, você terá mais segurança, praticidade e sigilo. 

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            As informações contidas nesse texto foram retiradas da literatura médica e de sites que discutem questões de saúde. Eles não representam a opinião da Memed e também não devem ser usados para diagnóstico. Em qualquer situação, procure seu médico para que ele possa te passar as orientações corretas para o seu caso específico

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