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            • Segurança de dados na saúde: Como garantir a privacidade do paciente?
            Publicado por Memed em 4 de outubro de 2022
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            • Médicos
            segurança de dados na saude

            A segurança de dados na saúde é tão importante quanto à segurança do próprio paciente durante o cuidado. Isso porque quando não é dada a devida atenção a eles, a vida do paciente também pode estar em risco. 

            Como uma forma de regulamentar e promover maior segurança de dados na saúde e em todos os setores, em 2020 foi implementada a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). Ela diz, de uma maneira geral, que as pessoas se tornam detentoras de seus dados e para uma empresa poder usá-los é preciso ter o consentimento do proprietário. 

            Além disso, a organização que utiliza os dados precisa mostrar que está de acordo com as normas exigidas pela Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018.  A LGPD na saúde ainda considera esses dados como sensíveis, devendo haver um tratamento diferenciado que requer ainda mais cuidado. 

            Os dados sensíveis são os que revelam origem racial ou étnica, convicções religiosas ou filosóficas, opiniões políticas, filiação sindical, questões genéticas, biométricas e sobre a saúde ou a vida sexual de uma pessoa.

            Leia também: Qual a importância da LGPD para clínica médica?

            Para se ter uma ideia mais ampla sobre a segurança de dados na saúde, a União Europeia foi a primeira a criar uma lei a fim de tornar a proteção de dados mais rigorosa, com a implementação da GDPR ou General Data Protection Regulation. 

            Os Estados Unidos, assim como o Brasil, também se inspiraram na GDPR e criaram uma lei para garantir mais controle dos dados dos cidadãos. 

            Antes de ver algumas dicas para manter a segurança de dados na saúde, é preciso entender o que é segurança da informação e qual a sua importância, certo? Confira abaixo. 

            O que é segurança de informação?

            Segurança da informação significa adotar um conjunto de controles, como práticas, políticas, procedimentos, softwares e estruturas organizacionais a fim de garantir maior proteção aos dados. 

            Dessa maneira, a segurança de informação protege os dados de ameaças como forma de garantir a continuidade do negócio e reduzir ao máximo possíveis danos. Hoje em dia, para tudo que fazemos geramos uma imensidade de informação. Na saúde, por exemplo, existem dois principais tipos de informações médicas, são elas:

            • Informações médicas clínicas: Elas abrangem o histórico de saúde do paciente; 
            • Informações médicas pessoais: Esses dados contemplam a identificação do paciente, como nome, idade, peso, altura, endereço, entre outras informações. 

            Esses dois tipos de informações médicas podem estar armazenadas no prontuários, que é o conjunto de documentos padronizados, ordenados e concisos, destinados ao registro de todas as informações referentes aos cuidados médicos e paramédicos prestados ao paciente. 

            Hoje em dia a maioria já encontra-se em meio eletrônico. Além disso, vale lembrar que as informações das consultas são confidenciais, apenas as pessoas autorizadas e que vão fazer parte do processo de tratamento do paciente é que podem ter acesso a elas. As mensagens de compartilhamento das informações também precisam ser criptografadas. 

            Essas informações são tratadas como dados sensíveis e, por isso, clínicas, hospitais e outras organizações de saúde precisam ter um sistema de segurança da informação ainda mais rigoroso. Dessa forma, as empresas que atuam na área de segurança de dados na saúde devem se atentar às regras específicas para este setor. 

            Leia também: Quais os principais impactos da nanotecnologia na saúde?

            A LGPD na saúde surge como uma forma de promover melhores práticas, sendo um caminho a ser seguido no tratamento dos dados dos pacientes a fim de garantir sua segurança. 

            Agora que você já sabe o que é segurança de informação, veja abaixo algumas dicas de como implementar a segurança de dados na saúde. 

            Segurança de dados na saúde: 5 dicas

            1. Faça uma auditoria interna

            Ao realizar uma auditoria na organização de saúde com um profissional especialista em segurança da informação e proteção de dados será possível identificar se a organização já está em conformidade com as diretrizes e o que precisa ser implementado. 

            Além disso, é importante verificar se os fornecedores também cumprem as exigências. Isso porque se a organização utiliza um software que não é seguro, por exemplo, ele pode colocar em risco a segurança. 

            2. Implemente sistemas de gestão de saúde

            Os sistemas de gestão contribuem com a segurança de dados na saúde, pois eles geralmente utilizam ferramentas dotadas de criptografia, que é um conjunto de técnicas pensadas para proteger uma informação de modo que apenas o emissor e receptor consigam compreendê-la. 

            Dessa maneira, isso proporciona grande segurança tanto no armazenamento quanto no tráfego de informações.  

            Leia também: O que é receita médica digital e quais seus benefícios?

            3. Crie documento de consentino dos pacientes

            É possível elaborar um documento para que o paciente assine de modo que ele autoriza, dando seu consentimento ao uso daqueles dados. No documento poderá ser informado o fluxo das informações, desde a coleta até o tratamento.

            4. Certifique que toda a equipe cumpre com a privacidade

            Para que a segurança de dados na saúde seja feita de forma integral, é preciso que todos os colaboradores da organização entendam a importância da privacidade e da segurança. Isso se refere não apenas aos dados, mas também à maneira como os pacientes são tratados dentro da organização. 

            Por exemplo, uma pesquisa feita em um hospital mostrou que os pacientes não tinham muita expectativa com relação à privacidade no cuidado recebido na instituição. Além disso, eles relacionaram a privacidade com a competência técnica e o conhecimento dos profissionais sobre os procedimentos. 

            5. Utilize plataformas que dão mais segurança

            O avanço da tecnologia trouxe diversos desafios, mas a quantidade de benefícios também é inegável. Por exemplo, a regulamentação da telemedicina sem dúvida foi um grande avanço. 

            Com ela veio o desenvolvimento de plataformas como a Memed de prescrição digital gratuita para médicos. Desde antes da aprovação da LGPD no Brasil ela já vem se preocupando em proteger os dados de seus usuários, tendo como base na Lei Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR). 

            Além disso, ela possui vários protocolos de tratamento de dados que incluem termos de confidencialidade assinados por seus colaboradores; restrição ao acesso do banco de dados para a camada diretiva de tecnologia, além de ter conexão criptografada. Essas são apenas algumas das medidas adotadas para LGPD. 

            Veja no vídeo abaixo sobre a regulamentação da telemedicina e como a Memed pode contribuir com essa prática. 

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