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            • Controle de glicemia: por que e como fazer?
            Publicado por Memed em 18 de janeiro de 2024
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            • Doenças e Sintomas
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            controle de glicemia

            Controle de glicemia: por que e como fazer?


            O
            controle de glicemia é uma grande preocupação dos médicos e profissionais de saúde, principalmente, porque o aumento exagerado da glicemia leva muitas pessoas a desenvolver diabetes tipo 2, uma condição crônica que causa muitas complicações orgânicas.

            Segundo dados do Atlas do Diabetes da Federação Internacional de Diabetes (IDF), divulgados pelo Ministério da Saúde, o Brasil está em quinto lugar no ranking mundial da diabetes. São 16,8 milhões de adultos, entre 20 e 79 anos, diagnosticados com a doença. 

            A projeção é que, em 2030, o número de pessoas diabéticas alcance a margem de 21,5 milhões. Por isso, mudanças nos hábitos alimentares e de vida são bastante estimuladas para evitar o desenvolvimento de problemas crônicos.

            Você já teve ou tem problemas de glicemia? Precisa acompanhar sua taxa de glicose com frequência? Continue a leitura e saiba como deve ser feito o controle e cuidados para evitar picos de glicemia. 

            O que é glicemia?

            A glicemia é o nome dado à taxa de medição do nível de glicose (açúcar) no sangue, que mostra qual é a concentração desse componente na corrente sanguínea.

            O índice de glicemia é avaliado com base na tabela de glicose no sangue por idade, que mostra os valores normais para cada faixa etária. Os médicos se baseiam nesta informação para monitorar os pacientes e evitar problemas mais graves.

            A diabetes é a principal preocupação de pacientes com tendência ao aumento de glicemia (hiperglicemia). O quadro indica baixa produção, ação insuficiente da insulina, um hormônio produzido no pâncreas responsável pelo controle de glicemia no sangue, ou ambos fatores.

            O que é controle glicêmico?

            O controle glicêmico é o monitoramento do índice de glicemia. No exame laboratorial regular (hemoglobina glicada), a medição do índice glicêmico é feito por meio da amostra de sangue, coletada após jejum de oito horas. 

            E qual é o valor da glicemia normal? Os valores de referência para interpretação do exame são os seguintes:

            • abaixo de 70 mg/dL: baixo nível de glicose no sangue (hipoglicemia)
            • 70 a 99 mg/dL: índice normal de glicemia;
            • 100 a 125 mg/dL: glicemia alterada, potencial estado de pré-diabetes
            • 126 mg/dL ou superior: diagnóstico de diabetes mellitus.

            A tabela de glicose no sangue por idade segue os índices acima como referência para crianças e adolescentes, adultos e idosos. Para pessoas maiores de 60 anos, o exame é repetido uma segunda vez, caso o controle glicêmico alcance 126 mg/dL ou mais.

            A medição ainda pode ser feita em casa, por meio de um aparelho que analisa o sangue e fornece rapidamente o resultado na tela. 

            O exame é feito a partir de um furo na ponta do dedo absorvido por uma tira de papel para controle de glicemia, inserida na máquina para análise. Dessa forma, é possível saber se a taxa está sob controle ou se precisa ser regulada.

            Quantas vezes se deve medir a glicemia na ponta do dedo?

            Após o diagnóstico de diabetes, o controle de glicemia é feito em casa, em média, três a quatro vezes por dia. Geralmente, a medição acontece de manhã (em jejum), na hora do almoço e à noite.

            A frequência de monitoramento varia conforme a necessidade de cada paciente. Por isso, é fundamental seguir à risca o tratamento definido pelo médico para reduzir os riscos de complicações desencadeados pela diabetes.

            Como deve ser feito o controle da glicemia?

            O controle de glicemia é feito para fins de monitoramento da saúde, acompanhamento quando há suspeita ou a confirmação da diabetes mellitus. Para manter a glicose dentro do índice normal, é necessário mudar hábitos e aderir ao tratamento. Veja o que fazer:

            1. Monitoramento de glicose

            As pessoas que apresentam taxas aumentadas no exame de sangue e se enquadram na faixa da pré-diabetes ou confirmam o diagnóstico, precisam fazer o monitoramento de glicose diário.

            O acompanhamento é realizado em casa com a ajuda do glicosímetro, um aparelho pequeno e fácil de manusear, que ajuda o paciente a medir a concentração de glicose no sangue e ter certeza que ela está no nível adequado. 

            Kit Glicosímetro Mod. G500

            Os glicosímetros são vendidos com tiras para controle de glicemia, que são bastante parecidas com papel, mas fabricadas com um material específico para essa finalidade.

            2. Mudanças na alimentação

            Quem deseja prevenir ou controlar a diabetes, precisa mudar os hábitos alimentares, evitando os picos de glicose causados por alimentos com alta concentração de açúcar.

            Chocolates, bolos, refrigerantes, biscoitos industrializados e, basicamente, qualquer tipo de produto industrializado processado e ultraprocessado, ricos em gorduras trans e saturada, devem sair do cardápio. Quem já é diabético deve eliminar o consumo de bebidas alcoólicas.

            A alimentação deve priorizar alimentos com baixo índice glicêmico, como cereais integrais, legumes, vegetais, oleaginosas, iogurtes natural e algumas frutas (morango, laranja, ameixa, entre outras.)

            Aprenda mais dicas no artigo >>> Alimentação para diabéticos: como montar o cardápio ideal?

            3. Prática de atividades físicas

            Outra estratégia de controle de glicemia é a prática de atividades físicas. Um estudo sobre a importância do controle para prevenir complicações do diabetes destacou que o exercício melhora a tolerância à glicose e a sensibilidade à insulina.

            Dessa forma, os pacientes conseguem melhoras significativas com o tratamento. Segundo a pesquisa, com a prática regular, os portadores de diabetes tipo 2 reduziram a glicemia em jejum e melhoraram suas funções vasculares.

            O estudo ainda cita outra pesquisa que avaliou um grupo por três anos. Os pacientes diabéticos que fizeram uma mudança dupla no estilo de vida (alimentação e exercício) diminuíram em 58% o risco da diabetes evoluir. 

            Já o grupo que utilizou apenas medicamento para controle do quadro alcançou um índice de 31%.

            Leia também: 6 inspirações para fazer da atividade física um hábito.

            4. Uso terapêutico de cannabis

            A informação pode surpreender, mas o uso terapêutico de cannabis também tem sido utilizado como método de controle de glicemia. 

            Já existem estudos com a substância que obtiveram resultados positivos no teste. Uma pesquisa dos Estados Unidos, de 2016, avaliou a utilização de Canabidiol e THC isolado em 62 pacientes, sem a utilização de insulina.

            O resultado foi satisfatório em relação ao controle de glicemia e dos sintomas gerais da diabetes. 

            A pesquisa não registrou efeitos colaterais importantes e ainda identificou que o THC isolado alcançou melhores resultados na redução da glicose em mais pacientes. Ainda assim, o uso terapêutico de cannabis deve ser acompanhado por um profissional.

            Qual remédio para controle de glicemia é utilizado?

            Os remédios mais utilizados para o controle de glicemia são a insulina e a metformina. A primeira é utilizada no tratamento da diabetes tipo 1, na qual o organismo não produz insulina, o hormônio que metaboliza o açúcar, transformando em glicose e energia.

            Existem insulinas sintéticas de ação rápida e prolongada, aplicadas antes das refeições e as de ação prolongada, que liberam o hormônio aos poucos no organismo, pois ficam acopladas na pele.

            Já a metformina entra no protocolo de tratamento da diabetes tipo 2 para aumentar a absorção de glicose nos tecidos (ex: tecido muscular), reduzindo sua concentração do sangue. 

            Cloridrato de metformina 500 mg (30 comprimidos) Genérico Prati Donaduzzi

            Lembre-se: o uso de qualquer medicamento deve ser feito apenas com acompanhamento médico.

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