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            • O que é síndrome de burnout e como afeta a qualidade de vida?
            Publicado por Memed em 22 de novembro de 2022
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            • Doenças e Sintomas
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            • Pacientes
            síndrome de burnout o que é

            Entender o que é síndrome de burnout é vital para identificar seus sintomas e buscar formas de tratamento. Conhecida popularmente como síndrome do esgotamento, agora ela é classificada como uma doença ocupacional. 

            A mudança foi confirmada após sua inclusão na Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS).

            Isso significa que, a partir da inclusão no CID, estão garantidos os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários, como ocorre com outras doenças associadas ao trabalho. 

            Neste artigo, você conhecerá quais são as características da síndrome de burnout, como é feito o diagnóstico e as formas de tratamento e prevenção. Então, continue a leitura e tire todas as suas dúvidas. 

            O que é síndrome de burnout? 

            A síndrome de burnout é caracterizada como um distúrbio emocional com sinais de cansaço extremo, estresse e esgotamento físico.

            Sua principal causa é o excesso de atividades. Conhecida também como esgotamento profissional, tal síndrome é observada com mais frequência em funcionários que trabalham todos os dias sob pressão e com responsabilidades constantes:

            • médicos;
            • enfermeiros;
            • professores;
            • policiais;
            • jornalistas. 

            Adicionalmente, pode se manifestar quando o colaborador é pautado para metas de trabalho complicadas de alcançar ou demandas que ele classifica que não tem habilidade suficiente para executá-las. 

            O sofrimento psicológico é um dos principais sinais da síndrome. Por isso, é vital buscar ajuda profissional assim que identificar um ou mais sintomas relacionados à doença. 

            Estudos sobre a síndrome de burnout

            Um estudo da Asana analisou mais de 10.000 trabalhadores em sete países e descobriu que, aproximadamente, 70% das pessoas sofreram burnout.

            Considerando o esgotamento relatado pelas gerações avaliadas no estudo da Asana, temos os seguintes números:

            • 84% são pessoas da geração Z (nascidas no final da década de 90);
            • 74% são millennials (nascidos entre 1980 e 1995);
            • 47% são baby boomers (nascidos entre 1945 e 1964). 

            Já com base na pesquisa da McKinsey, 25% da geração Z sofre com o transtorno, assim como 13% da geração do milênio, 13% da X e, ainda, 8% dos boomers.

            Ao analisar mulheres e homens no estudo da Asana, 67% das entrevistadas relatam burnout e 59% dos rapazes afirmaram que têm a doença. No geral, 63% dos funcionários sofrem de burnout. 

            Infelizmente, 40% dos trabalhadores acreditam que o transtorno é uma parte inevitável do sucesso.

            Além disso, uma pesquisa da Deloitte e da Workplace Intelligence, feita em quatro países, descobriu que os trabalhadores estavam lidando com todos os tipos de questões relacionadas ao esgotamento e ao bem-estar:

            • 43% relataram estar exaustos sempre ou frequentemente;
            • 42% estavam estressados;
            • 35% ficaram sobrecarregados;
            • 23% relataram que estavam deprimidos.

            No Brasil, 11,5 milhões de pessoas lidam com depressão. A previsão é que, até 2030, o transtorno seja mais comum no país. 

            Relação entre a pandemia de Covid-19 e a síndrome de burnout

            “A pandemia tem sido muito prejudicial a toda a sociedade e os trabalhadores têm sofrido grande parte desses impactos. Por isso, agir e minimizar esse cenário é também uma responsabilidade das empresas, pois cabe a elas fomentar a saúde, segurança e qualidade de vida das suas equipes. 

            O emocional das pessoas tem sido fortemente abalado pelo isolamento social, as incertezas do futuro, a pressão para alcançar resultados, as dificuldades do trabalho remoto, entre outros pontos”, explica o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Saúde e Segurança no Trabalho (Abresst), médico e gestor em saúde, Ricardo Pacheco.

            >>> Dê o play e saiba mais: síndrome de burnout, mais comum no home office, pode levar ao Acidente Vascular Cerebral (AVC) e ao infarto:

            O que muda para o trabalhador com o CID da Organização Mundial da Saúde? 

            O trabalhador diagnosticado com a síndrome de burnout terá:

            • direito a licença médica remunerada pela empresa, por um período de até 15 dias de afastamento;
            • direito ao auxílio-doença acidentário, que garante estabilidade provisória. Isto é, após a alta do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o funcionário não poderá ser dispensado sem justa causa por 12 meses após o fim do auxílio, caso o afastamento seja acima de 15 dias; 
            • direito à aposentadoria por invalidez nos quadros mais graves de incapacidade total para o trabalho. Porém, o profissional deve passar por uma perícia médica do INSS.

            O trabalhador ainda tem direito a outros benefícios:

            • continuar a receber os depósitos de FGTS em sua conta;
            • manutenção do convênio médico;
            • indenização por danos morais, em caso de violação a direitos de personalidade;
            • danos materiais, como gastos com medicação e consultas multidisciplinares; 
            • danos emergentes, como PLR e adicionais, bem como a pensão vitalícia, que é uma indenização que avalia a redução da capacidade laboral e o prejuízo financeiro provocado pela síndrome. 

            Quais são os principais sintomas da síndrome de burnout? 

            Para entender o que é a síndrome de burnout, veja quais são os sintomas e busque ajuda, se necessário:

            • cansaço excessivo, físico e mental;
            • dor de cabeça frequente;
            • alterações no apetite, podendo causar seu aumento ou diminuição;
            • insônia, ou seja, dificuldades para adormecer ou se manter dormindo;
            • dificuldades de concentração;
            • sentimentos de fracasso e insegurança;
            • negatividade constante;
            • sentimentos de derrota e desesperança;
            • sentimentos de incompetência;
            • alterações repentinas de humor;
            • isolamento;
            • fadiga (sensação de estar cansado o tempo todo);
            • pressão alta;
            • dores musculares;
            • problemas gastrointestinais (sensação de enjôo, queimação na região do estômago, diarreia etc.);
            • alteração nos batimentos cardíacos, como a aceleração que causa a sensação de ansiedade).

            A neurocientista Ana Carolina Souza relata, com mais detalhes, como são os sintomas da doença. Confira! 

            “Esse cansaço excessivo é associado a uma forte perda de interesse e engajamento nas atividades de trabalho. Além disso, a percepção grande de esforço é somada a sentimentos negativos, como frustração, depressão ou a ausência de significado associado ao trabalho. 

            Ou seja, a pessoa entende que se esforça ao máximo, mas não consegue ver nenhum fruto associado ao seu trabalho, não vê para onde vai toda essa dedicação. Muitas vezes a percepção é que se alcançou muito pouco ou que o que foi conquistado não tem valor”, explica em entrevista ao G1, portal de notícias da Globo. 

            Em geral, esses sintomas ocorrem de forma leve. No entanto, eles podem piorar à medida em que o profissional continua na empresa. Por esse motivo, muitos colaboradores acreditam que pode ser algo temporário. 

            Para evitar consequências mais graves da enfermidade, busque ajuda profissional assim que observar esses sintomas. De fato, pode ser uma condição passageira, mas, ao mesmo tempo, podem ser os primeiros sinais da síndrome de burnout.

            Como é feito o diagnóstico da síndrome de burnout? 

            Não basta apenas conhecer o que é síndrome de burnout. É importante compreender como o diagnóstico será feito para buscar a ajuda correta. 

            O psiquiatra e o psicólogo são os profissionais de saúde mais recomendados para diagnóstico, acompanhamento e indicação dos melhores tratamentos de da síndrome de burnout, de acordo com cada paciente. 

            Boa parte dos profissionais não procura ajuda médica por não saber ou não conseguir identificar todas as manifestações. E, em muitos casos, negligenciam o problema, sem saber que quadros mais graves podem ocorrer. 

            Uma dica interessante é não ignorar as opiniões de amigos próximos e familiares, pois eles ajudam a identificar os sintomas da doença. 

            No Sistema Único de Saúde (SUS), a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) está preparada para garantir, de forma integral e gratuita, os melhores tratamentos para o paciente, desde o diagnóstico até a administração de medicamentos. 

            Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), que fazem parte da RAPS, são os espaços mais recomendados para esses casos. Aliás, o CAPS é livre demanda, logo, qualquer indivíduo pode ir até lá sem a necessidade de encaminhamento profissional.

            Qual é o tratamento mais indicado para a síndrome de burnout? 

            Geralmente, o tratamento para burnout é feito com o apoio da psicoterapia, mas também pode ser associado aos medicamentos (antidepressivos e/ou ansiolíticos).

            Em muitos casos, o paciente começa a observar a melhora nos sintomas entre um e três meses, mas isso pode se prolongar por mais períodos, conforme o caso clínico.

            As mudanças na rotina de trabalho e, especialmente, nos hábitos e estilos de vida, são fundamentais para virar o jogo. 

            O exercício físico regular e as técnicas de relaxamento devem ocorrer todos os dias para diminuir o estresse e administrar as manifestações do transtorno. Em paralelo, é importante manter a alimentação saudável, já que ela interfere diretamente na saúde mental.

            Após o diagnóstico médico, o paciente deve solicitar o afastamento do trabalho e optar por momentos de lazer com pessoas próximas, como amigos, familiares e cônjuges. 

            Se o tratamento não for feito corretamente, os sinais da doença pioram e há 

            perda total da motivação, além de sintomas físicos, como dores pelo corpo e problemas gastrointestinais.

            Nos quadros mais graves, o paciente pode desenvolver uma depressão.

            Como prevenir a síndrome de burnout?

            O melhor caminho é desenhar estratégias que reduzam o estresse e a pressão no trabalho. 

            Os exercícios físicos e a alimentação saudável impedem o desenvolvimento do transtorno, bem como melhoram as manifestações logo no início da doença. 

            Confira, a seguir, as principais formas de prevenir o transtorno de burnout, segundo o Ministério da Saúde (MS): 

            • defina pequenos objetivos na vida profissional e pessoal;
            • participe de atividades de lazer com amigos e familiares;
            • faça atividades que “fujam” à rotina diária, como passear, comer em restaurante ou ir ao cinema;
            • evite o contato com pessoas “negativas”, sobretudo aquelas que reclamam do trabalho ou dos outros;
            • converse com alguém de confiança sobre o que se está sentindo;
            • faça atividades físicas regulares, como: academia, caminhada, corrida, bicicleta, remo, natação etc.;
            • evite o consumo de bebidas alcoólicas, tabaco ou outras drogas, porque só pioram a confusão mental;
            • não se automedique, nem tome remédios sem prescrição médica;
            • descanse adequadamente, com uma boa noite de sono (aproximadamente 8h diárias);
            • mantenha o equilíbrio entre trabalho, lazer, família, vida social e exercícios físicos. 

            Um artigo publicado na Forbes ainda listou outras dicas para lidar com o esgotamento profissional. Veja!

            Faça micropausas 

            Fazer pausas de cinco ou dez minutos ajuda a relaxar e equilibrar seu nível de energia. 

            Depois de horas sentado, pausas curtas são estratégias eficazes de gerenciamento de energia, que podem ser tão simples quanto alongar, subir e descer escadas, lanches, respiração profunda, yoga ou meditação consciente de cinco minutos.

            Medite 

            Outra dica interessante é procurar exercícios de relaxamento. A meditação, por apenas cinco minutos, também é restauradora. Ele ajuda a relaxar, limpar sua cabeça e refrescar: mente, corpo e espírito.

            >>> Assista ao vídeo abaixo e aprenda como meditar em 1 minuto: 

            Procure suporte profissional 

            Uma pesquisa da Vida Health da Onepoll relatou que 47% dos trabalhadores acreditam que aproveitar as oportunidades de saúde mental é um sinal de fraqueza. 

            Outro estudo de Visier relatou que apenas 7% dos colaboradores esgotados procuram o devido apoio.

            Sua primeira responsabilidade é consigo mesmo. Não tenha medo de falar com o gerente sobre a possibilidade de prorrogação de prazo, horário mais flexível ou carga horária reduzida. 

            Procurar ajuda profissional é essencial para evitar piora dos sintomas. 

            Quais são as responsabilidades dos empregadores? 

            O papel da empresa é impedir o adoecimento de seus colaboradores, além de garantir um espaço de trabalho saudável, independentemente se é presencial ou remoto. 

            Perspectiva jurídica

            A advogada Cíntia Fernandes, especialista em direito do trabalho, destaca quais são as obrigações da empresa na relação com o colaborador. 

            “A manutenção de um ambiente de trabalho seguro e saudável é responsabilidade do empregador, o qual possui várias ferramentas para zelar pela saúde de seus empregados, a começar pelo respeito à legislação vigente no que se refere à jornada de trabalho e aos intervalos. 

            Além disso, é importante ter atenção às metas que são propostas, de modo que estejam dentro de um contexto de razoabilidade, principalmente ao considerar que as metas abusivas têm sido um dos principais fatores de esgotamento profissional. 

            Associado a essas condutas, o empregador deve desenvolver programas preventivos em segurança e medicina do trabalho, com acompanhamento rigoroso e fiscalização quanto ao cumprimento”, reforça Cíntia Fernandes, em entrevista ao G1, portal de notícias da Globo. 

            Perspectiva da gestão de pessoas

            Em entrevista para a Forbes, a Dra. Meisha-ann Martin, diretora sênior de análise de pessoas da Workhuman, explica que “o esgotamento pode ter um grande impacto no bem-estar geral das pessoas, causando uma tensão em suas vidas dentro e fora do local de trabalho”. 

            “Quando uma cultura no local de trabalho não parece psicologicamente segura para os funcionários, eles não têm o apoio de que precisam para trabalhar por inteiro e aumentando o risco de vulnerabilidade ser enfrentada por consequências negativas. 

            Um local de trabalho psicologicamente seguro é aquele que reconhece o ser humano como um todo e celebra seus humanos por momentos que vão além do local de trabalho”, completa. 

            >>> Assista ao vídeo abaixo e veja como as empresas buscam formas de prevenir a síndrome de burnout:

            O que fazer ao notar os sintomas da síndrome de burnout?

            Após descobrir o que é síndrome de burnout e quais são os sintomas, você percebeu que está passando por esse problema? Então, procure seu médico de confiança. 

            Se você está sem tempo para ir à clínica ou não se sente confortável, opte por consultórios que trabalham com soluções tecnológicas, como a Memed. 

            Essa plataforma de saúde traz mais agilidade para o atendimento médico, pois oferece prescrição digital gratuita e tem mais de 60 mil medicamentos cadastrados. Acesse o site e descubra todas as informações. 

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